Avaliamos o novo Mini Countryman

Nova geração do Countryman tem 4,29 metros de comprimento e parte de R$ 144.950 com motor 1.5 turbo de 136 cv

Mini Countryman Nova geração por ora não será produzida no Brasil. CRÉDITO: MINI

A segunda geração do Mini Countryman cresceu e ficou mais forte. São 4,29 metros de comprimento (20 cm mais longo que o antecessor), ou o tamanho do Nissan Kicks, por exemplo. Também como comparação, a distância entre eixos (2,67 m) é apenas 3 cm menor que a do Honda Civic. Resumindo, o modelo aventureiro da marca inglesa leva o nome Mini apenas por tradição.

Aliás, igualmente por tradição, ele é grande também no preço. O Mini Countryman custa R$ 144.950 na versão Cooper, preço que sobe para R$ 164.950 na Cooper S e R$ 189.950 na Cooper S All4. A versão básica tem motor 1.5 turbo de três cilindros e 136 cavalos. O câmbio automático tem seis marchas. Segundo a Mini, o modelo faz 0 a 100 km/h em 9,6 segundos.

Já o Cooper S vem com motor 2.0 turbo de quatro cilindros e 192 cv, com transmissão automática de oito marchas. Nesse caso, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,4 segundos, tempo que baixa para 7,2 s na versão All4, de tração nas quatro rodas.

Há uma máxima que diz que, quando se passa com o Mini sobre uma moeda, dá para saber se era cara ou coroa, numa referência à dureza da suspensão. Pois com o Countryman a brincadeira não pode ser usada. A versão aventureira do modelo inglês tem suspensão mais macia, já que o Countryman, como o nome insinua, é um “homem do interior”. Mesmo com rodas de 19 polegadas e pneus de perfil baixo (225/45), o carro roda relativamente macio.

Como o entre eixos é 11 cm mais longo do que o Mini de quatro portas, o Countryman tem comportamento menos arisco. Mesmo assim, basta apertar o pé no acelerador que o Countryman responde com agilidade, apesar de ser um carro pesado (a versão All4, de tração integral, pesa 1.530 quilos).

Uma chave seletora na base da alavanca de câmbio permite alterar o comportamento de motor, câmbio, suspensão e direção para esportivo, normal e “green” (econômico). As respostas do carro mudam, assim como as cores no quadro de instrumentos e na tela central (que vão do vermelho para o verde).

Embora tenha mudado bastante, as características básicas do Mini estão preservadas. Quando se ajusta a coluna de direção, todo o quadro de instrumentos vem junto. O Countryman, como qualquer Mini, é aquele carro que a gente “veste”, embora nesse caso seja um veículo feito para a família inteira vestir (são cinco lugares). Até o porta-malas é espaçoso (são 450 litros, 100 l a mais que o Countryman de geração anterior).

De acordo com gerente comercial da Mini, Rodrigo Novello, a linha Countryman deve representar cerca de 30% do volume total da Mini, ou aproximadamente 500 unidades no ano. Desse total, 40% deverá ser da versão de entrada, Cooper. O Cooper S All4, de topo, deverá ficar com 35%, enquanto o Cooper S ficará com os outros 25%.

PRÓS – Desempenho

Embora seja um carro um pouco “manso” para um Mini, o modelo aventureiro ainda assim anda muito. Afinal, não é qualquer carro que faz 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.

CONTRAS – Preço

A versão topo de linha bate nos R$ 190 mil. E, mesmo o mais barato, começa em R$ 144.950.


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