Honda não vê robôs como substitutos perfeitos de humanos

Fabricante ainda confia mais nos sentidos humanos do que em robôs na etapa final de produção do setor automotivo

Honda Accord/ Divulgação

A Honda não acredita que os trabalhadores da indústria automotiva serão totalmente substituídos por robôs. Em entrevista à Bloomberg, o diretor de operações da fábrica de Ohio, Tom Shoupe, afirmou que “nada substituirá o toque humano e seus sentidos, como visão, audição e olfato”.

Para a fabricante, os humanos são essenciais na etapa final de montagem de veículos. De fato, o nível de automação da montadora não aumentou muito desde a abertura de sua fábrica em Marysville, nos Estados Unidos. Atualmente, a Honda usa cerca de 20 robôs na última etapa de produção da unidade.

A Mercedes-Benz e a Toyota também tem dado sinais de que ainda confiam mais em humanos do que nas máquinas. A primeira, inclusive, tem usado mais trabalhadores em seu processo de produção.

Porém, nem todas as montadoras pensam desta forma. O CEO da Tesla, Elon Musk, já afirmou que não é mais possível ter trabalhadores especificamente na linha de produção, que ficaria restrita à “velocidade humana” em sua opinião. “Precisamos de pessoas na manutenção das máquinas, atualizando-as e lidando com anomalias”, disse em 2016, de acordo com a Bloomberg.

 

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