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McLaren faz P1 tributo a Senna
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McLaren faz P1 tributo a Senna

P1 foi customizado pela McLaren como homenagem aos 30 anos do primeiro título de Ayrton Senna

Redação

22 de dez, 2018 · 3 minutos de leitura.

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P1
McLaren P1 MSO Senna
Crédito:Crédito: McLaren/Divulgação

A McLaren MSO fez um P1 GTR sob medida para celebrar os 30 anos do primeiro título de Fórmula 1 de Ayrton Senna. O carro do piloto na época foi o icônico McLaren MP4/4.

Este P1 GTR, encomendado por um colecionador, usa uma pintura semelhante ao MP4/4. Ostentando as cores do então patrocinador Malboro, que era quase sinônimo de McLaren.

Outros detalhes incluem a marca Senna na dianteira e nas “portas”. Falando delas, há a bandeira brasileira e o código de barras usado no lugar da Malboro. Ele entrava em ação quando existia restrições de publicidade no país da corrida.

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A McLaren informa que demorou mais de 800 horas para pintar e terminar o exterior do P1 GTR, uma tarefa que incluiu a adição do número 12 de Senna em 1988, além de discretos louros de aniversário por trás das janelas laterais.

P1 foi alvo de muitas modificações

Apelidado de “Beco”, em homenagem ao apelido dado a Ayrton Senna por seus pais, o P1 também passou por várias outras modificações externas, como novos apêndices aerodinâmicos que aumentaram a força para cerca de 800 kg.

No interior, o volante multifunções foi coberto de Alcantara com costura que combina com o volante do MP4/4. O mesmo material está no painel. Os assentos utilizados para este projeto são os Super Lightweight Racing desenvolvidos para a McLaren Senna, ajudando este P1 GTR a perder ainda mais peso.


 

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Carros elétricos são mais seguros do que automóveis a combustão?

Alguns recursos podem reduzir o risco de incêndio e aumentar a estabilidade

26 de abr, 2024 · 2 minutos de leitura.

Uma pergunta recorrente quando se fala em carro elétrico é se ele é mais ou menos seguro que um veículo com motor a combustão. “Os dois modelos são bastante confiáveis”, diz Fábio Delatore, professor de Engenharia Elétrica da Fundação Educacional Inaciana (FEI). 

No entanto, há um aspecto que pesa a favor do automóvel com tecnologia elétrica. Segundo relatório da National Highway Traffic Safety Administration (ou Administração Nacional de Segurança Rodoviária), dos Estados Unidos, os veículos elétricos são 11 vezes menos propensos a pegar fogo do que os carros movidos a gasolina.

Dados coletados entre 2011 e 2020 mostram que, proporcionalmente, apenas 1,2% dos incêndios atingiram veículos elétricos. Isso acontece por vários motivos. Em primeiro lugar, porque não possuem tanque de combustível. As baterias de íon de lítio têm menos risco de pegar fogo.

Centro de gravidade

Segundo Delatore, os carros elétricos recebem uma série de reforços na estrutura para garantir maior segurança. Um exemplo são os dispositivos de proteção contra sobrecarga e curto-circuito das baterias, que cortam a energia imediatamente ao detectar uma avaria.

Além disso, as baterias são instaladas em uma área isolada, com sistema de ventilação, embaixo do carro. Assim, o centro de gravidade fica mais baixo, aumentando a estabilidade e diminuindo o risco de capotamento. 

E não é só isso. “Os elétricos apresentam respostas mais rápidas em comparação aos automóveis convencionais. Isso facilita o controle em situações de emergência”, diz Delatore.

Altamente tecnológicos, os veículos movidos a bateria também possuem uma série de itens de segurança presentes nos de motor a combustão. Veja os principais:

– Frenagem automática de emergência: recurso que detecta objetos na frente do carro e aplica os freios automaticamente para evitar colisão.

– Aviso de saída de faixa: detecta quando o carro está saindo da faixa involuntariamente e emite um alerta para o motorista.

– Controle de cruzeiro adaptativo: mantém o automóvel a uma distância segura do carro à frente e ajusta automaticamente a velocidade para evitar batidas.

– Monitoramento de ponto cego: pode detectar objetos nos pontos cegos do carro e emitir uma advertência para o condutor tomar cuidado.

– Visão noturna: melhora a visibilidade do motorista em condições de pouca iluminação nas vias.