{"id":62685,"date":"2017-11-13T09:01:05","date_gmt":"2017-11-13T11:01:05","guid":{"rendered":"http:\/\/jornaldocarro.estadao.com.br\/?post_type=blog_blog_do_boris&#038;p=62685"},"modified":"2017-11-13T09:11:28","modified_gmt":"2017-11-13T11:11:28","slug":"australia-o-que-nocauteou-sua-centenaria-industria-automobilistica","status":"publish","type":"blog_blog_do_boris","link":"https:\/\/jornaldocarro.estadao.com.br\/blog-do-boris\/australia-o-que-nocauteou-sua-centenaria-industria-automobilistica\/","title":{"rendered":"Austr\u00e1lia: o que nocauteou sua centen\u00e1ria ind\u00fastria automobil\u00edstica?"},"content":{"rendered":"<p>O \u00faltimo carro produzido na Austr\u00e1lia foi um Holden, da\u00a0<a href=\"https:\/\/autopapo.com.br\/chevrolet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">GM<\/a>, em 20 de outubro. Duas semanas depois do \u00faltimo Toyota Camry e um ano depois de a Ford tamb\u00e9m fechar sua f\u00e1brica no pa\u00eds.<\/p><p>Era uma ind\u00fastria centen\u00e1ria que teve in\u00edcio em 1925, quando a Ford iniciou a produ\u00e7\u00e3o do famoso modelo T. Nesta \u00e9poca James Alexander Holden j\u00e1 tinha transformado sua selaria (fundada em 1856) numa produtora de carrocerias para autom\u00f3veis que fornecia para diversas marcas. Inclusive para a GM, que se instalou em 1926 na Austr\u00e1lia importando chassis e mec\u00e2nica. Na d\u00e9cada de 1930 ela comprou a f\u00e1brica de Holden, constituindo sua subsidi\u00e1ria australiana. A GM chegou a importar o australiano Commodore para o Brasil como substituto do Chevrolet Omega, entre 1998 e 2012.<\/p><p>Em 1963 foi a vez da Toyota desembarcar no pa\u00eds. Chegou a ser sua maior produtora nos \u00faltimos dez anos. Outras marcas tamb\u00e9m tentaram se estabelecer na Austr\u00e1lia e produzir localmente (Nissan e Mitsubishi entre elas), mas desistiram e passaram a importar seus modelos para o nada desprez\u00edvel mercado de 1 milh\u00e3o de carros anuais.<\/p>\n  <div style=\"width: 100%;\" id=\"render-hmeio-1\"><\/div>\n    <script type=\"text\/javascript\">\n      if(window.innerWidth > 1){\n        $(\"#render-hmeio-1\").append(`\n          <div class=\"area-publicidade-rectangular hmeio\">\n            <p>Publicidade\n            <div class=\"area-publicidade\">\n              <div id=\"hmeio1\">\n            \n          \n        `);\n\n        \n    window.jornaldocarro = window.jornaldocarro || {};\n    window.jornaldocarro.slotsAds = window.jornaldocarro.slotsAds || [];\n    window.jornaldocarro.slotsAds.push(\"hmeio1\");\n  \n      }\n    <\/script>\n  <br><p>As f\u00e1bricas australianas produziram quase 500 mil carros em 1974, mas o ritmo foi reduzindo. O recorde da Ford foi em 1984, com 155 mil unidades, a Holden com 165 mil, em 2004, e a Toyota com 148 mil carros, em 2007. No ano passado, as tr\u00eas juntas produziram apenas 87 mil autom\u00f3veis, volume insuficiente para manter sequer uma f\u00e1brica.<\/p><p>O fim da ind\u00fastria australiana de autom\u00f3veis levanta a quest\u00e3o dos custos elevados de produ\u00e7\u00e3o que dificultam a competi\u00e7\u00e3o com f\u00e1bricas de pa\u00edses em desenvolvimento. O M\u00e9xico \u00e9 um bom exemplo: apesar da ira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as grandes do setor continuam investindo l\u00e1 atra\u00eddas pelo baixo custo de produ\u00e7\u00e3o. Audi, BMW, Toyota e Mazda entre elas.<\/p><ul>\n<li><a href=\"https:\/\/autopapo.com.br\/noticia\/permissao-internacional-para-dirigir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Leia tamb\u00e9m: Tudo o que voc\u00ea precisa saber para dirigir no exterior<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul><h2>O problema da Austr\u00e1lia<\/h2><p>O grande problema da Austr\u00e1lia n\u00e3o est\u00e1 longe dela. E tem nome: Tail\u00e2ndia. L\u00e1, um oper\u00e1rio de uma linha de montagem recebe seis vezes menos que seu colega na Austr\u00e1lia. Os modelos australianos tinham ent\u00e3o de ter grande porte e sofistica\u00e7\u00e3o para se tentar absorver o custo elevado da m\u00e3o de obra. Ford, Holden e Toyota tinham sob o cap\u00f4 grandes motores V8 ou V6 com pot\u00eancia entre 200 e 300 cv. O baixo volume de produ\u00e7\u00e3o exigia volumosos subs\u00eddios governamentais, que acabaram eliminados. E o tiro de miseric\u00f3rdia veio em 2005 quando os governos da Austr\u00e1lia e Tail\u00e2ndia estabeleceram um acordo de livre com\u00e9rcio de p\u00e9ssimo resultado para o primeiro: uma festa para as f\u00e1bricas tailandesas que despejaram desde ent\u00e3o mais de dois milh\u00f5es de compactos, m\u00e9dios e SUVs no mercado australiano, sem nenhuma contra-partida pois o tailand\u00eas rejeitou os carros caros, grandes e bebedores. Al\u00e9m disso, o governo da Tail\u00e2ndia estabeleceu super-impostos para modelos de grande cilindrada.<\/p>\n  <div style=\"width: 100%;\" id=\"render-hmeio-2\"><\/div>\n    <script type=\"text\/javascript\">\n      if(window.innerWidth > 1){\n        $(\"#render-hmeio-2\").append(`\n          <div class=\"area-publicidade-rectangular hmeio\">\n            <p>Publicidade\n            <div class=\"area-publicidade\">\n              <div id=\"hmeio2\">\n            \n          \n        `);\n\n        \n    window.jornaldocarro = window.jornaldocarro || {};\n    window.jornaldocarro.slotsAds = window.jornaldocarro.slotsAds || [];\n    window.jornaldocarro.slotsAds.push(\"hmeio2\");\n  \n      }\n    <\/script>\n  <br><p>A Toyota, por exemplo, por ter f\u00e1brica do Corolla na Tail\u00e2ndia, exportava 70% de sua produ\u00e7\u00e3o australiana dos grandes Camrys para o Oriente M\u00e9dio. Quem domina hoje o mercado na Austr\u00e1lia s\u00e3o as japonesas, seguidas das tailandesas e com as coreanas em terceiro.<\/p><p>F\u00e1bricas com elevado custo (como na Australia) s\u00f3 se viabilizam exportando a maior parte de sua produ\u00e7\u00e3o, como a Inglaterra ou Alemanha. Substituindo a m\u00e3o de obra por rob\u00f4s e integrando sua linha de produtos \u00e0 demanda global, perfil oposto ao das f\u00e1bricas australianas. Sua derrocada n\u00e3o deixa de sinalizar o risco que corre a ind\u00fastria de pa\u00edses que n\u00e3o definem sua estrat\u00e9gia nem estabelecem uma clara pol\u00edtica de desenvolvimento e participa\u00e7\u00e3o no mercado global.<\/p><ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=5ZaEo2Ha9Do\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><strong>Veja mais dicas e opini\u00f5es do Boris no nosso canal do Youtube<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da ira de Donald Trump, marcas importantes como Audi, BMW, Toyota e outras continuam investindo no M\u00e9xico, atra\u00eddas pelo baixo custo de produ\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"featured_media":62678,"template":"","class_list":["post-62685","blog_blog_do_boris","type-blog_blog_do_boris","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","tags_blog_do_boris-australia","tags_blog_do_boris-blog-do-boris","tags_blog_do_boris-industria-automobilistica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Austr\u00e1lia: o que nocauteou sua centen\u00e1ria ind\u00fastria automobil\u00edstica? - Jornal do Carro - Estad\u00e3o<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O \u00faltimo carro produzido na Austr\u00e1lia foi um Holden, da\u00a0GM, em 20 de outubro. 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