Avaliação

Audi TT RS desperta o ímpeto de acelerar

Avaliamos a versão conversível do esportivo alemão, que deve começar a ser vendida no Brasil no ano que vem. Seu motor 2.5 turbo tem cinco cilindros e 340 cv. Com ele, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, conforme informações da fabricante

23 de jun, 2010 · 5 minutos de leitura.

Audi TT RS desperta o ímpeto de acelerar
Crédito:Avaliamos a versão conversível do esportivo alemão, que deve começar a ser vendida no Brasil no ano que vem. Seu motor 2.5 turbo tem cinco cilindros e 340 cv. Com ele, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, conforme informações da fabricante
Rafaela Borges

Munique, Alemanha - A Audi usa a sigla S para designar seus carros com preparação esportiva, que são uma boa garantia de diversão. Já os com a distinção RS trazem a letra extra para mostrar que têm algo a mais. R é de race, que em português significa corrida. Pisar forte no acelerador dessas máquinas é ficar com o coração disparado e um frio na espinha de satisfação. Essas foram as impressões durante a avaliação de um TT RS Roadster em uma autobahn (rodovia) com trechos sem limite de velocidade no sul da Alemanha.

(Fotos: Divulgação)

(Fotos: Divulgação)

O conversível, que será vendido aqui em 2011, tem motor 2.5 turbo de cinco cilindros e 340 cv. E como a carroceria é de alumínio (muito leve), cada cavalo leva só 4,5 kg. O veredicto: o TT RS não é o Audi mais potente, nem o mais rápido. Como boa parte dos carros alemães, traz um dispositivo que limita sua velocidade a 250 km/h. Mas não há recurso que consiga limitar seu caráter impetuoso.

São necessários apenas 4,7 segundos para o TT RS ir de 0 a 100 km/h, de acordo com a Audi. É apenas um décimo de segundo a mais que o superesportivo R8 V8. Nem dá tempo de engatar a segunda marcha do câmbio manual, de seis velocidades. O TTS, à venda aqui com motor 2.0 de 272 cv, leva 5,2 segundos para cumprir a tarefa.

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As retomadas são o ponto mais alto desse Audi. Os 45,5 mkgf de torque surgem às 1.600 rpm e ficam disponíveis até as 5.300 rotações. Basta pisar um pouquinho no acelerador para o TT RS virar uma flecha e ir deixando os outros carros (bem) para trás.

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A 250 km/h quase não dá para sentir a carroceria balançar. Ao reduzir para 190 km/h e mudar de faixa com um movimento rápido no volante, o TT RS continuou firme. Isso ocorre graças a fatores como seu centro de gravidade, tão baixo que o motorista se sente próximo ao chão. A tração nas quatro rodas é permanente e tem controle eletrônico. Já o Magnetic Ride utiliza um fluido magnético nos amortecedores para aumentar a estabilidade conforme o carro ganha velocidade.

No desenho, chamam a atenção o filete de LEDs nos faróis dianteiros. A capota removível é de lona preta. Para o Brasil, a Audi deverá trazer a versão do TT RS com câmbio automatizado de dupla embreagem, que foi lançada em março na Europa.

Viagem feita a convite da Audi


Rafaela Borges

Munique, Alemanha - A Audi usa a sigla S para designar seus carros com preparação esportiva, que são uma boa garantia de diversão. Já os com a distinção RS trazem a letra extra para mostrar que têm algo a mais. R é de race, que em português significa corrida. Pisar forte no acelerador dessas máquinas é ficar com o coração disparado e um frio na espinha de satisfação. Essas foram as impressões durante a avaliação de um TT RS Roadster em uma autobahn (rodovia) com trechos sem limite de velocidade no sul da Alemanha.

(Fotos: Divulgação)

(Fotos: Divulgação)

O conversível, que será vendido aqui em 2011, tem motor 2.5 turbo de cinco cilindros e 340 cv. E como a carroceria é de alumínio (muito leve), cada cavalo leva só 4,5 kg. O veredicto: o TT RS não é o Audi mais potente, nem o mais rápido. Como boa parte dos carros alemães, traz um dispositivo que limita sua velocidade a 250 km/h. Mas não há recurso que consiga limitar seu caráter impetuoso.

São necessários apenas 4,7 segundos para o TT RS ir de 0 a 100 km/h, de acordo com a Audi. É apenas um décimo de segundo a mais que o superesportivo R8 V8. Nem dá tempo de engatar a segunda marcha do câmbio manual, de seis velocidades. O TTS, à venda aqui com motor 2.0 de 272 cv, leva 5,2 segundos para cumprir a tarefa.

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As retomadas são o ponto mais alto desse Audi. Os 45,5 mkgf de torque surgem às 1.600 rpm e ficam disponíveis até as 5.300 rotações. Basta pisar um pouquinho no acelerador para o TT RS virar uma flecha e ir deixando os outros carros (bem) para trás.

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A 250 km/h quase não dá para sentir a carroceria balançar. Ao reduzir para 190 km/h e mudar de faixa com um movimento rápido no volante, o TT RS continuou firme. Isso ocorre graças a fatores como seu centro de gravidade, tão baixo que o motorista se sente próximo ao chão. A tração nas quatro rodas é permanente e tem controle eletrônico. Já o Magnetic Ride utiliza um fluido magnético nos amortecedores para aumentar a estabilidade conforme o carro ganha velocidade.

No desenho, chamam a atenção o filete de LEDs nos faróis dianteiros. A capota removível é de lona preta. Para o Brasil, a Audi deverá trazer a versão do TT RS com câmbio automatizado de dupla embreagem, que foi lançada em março na Europa.

Viagem feita a convite da Audi