China vai cortar subsídios para veículos movidos a novas energias

Corte será de 10% neste ano, 20% em 2021 e de 30% em 2022; em 2019, 1,2 milhão de veículos do tipo foram vendidos na China

baterias
CARRO ELÉTRICO VAI PRECISAR DE MAIOR PRODUÇÃO DE BATERIAS Crédito: PIXABAY

A China vai cortar em 10% os subsídios para veículos movidos a novas energias (NEV, na sigla em inglês) ainda neste ano, disse o ministro das finanças chinês. A informação é da agência de notícias Reuters. Os cortes nos subsídios devem aumentar nos próximos anos. 20% em 2021 e 30% em 2022, segundo o ministro. Os NEVs incluem os carros elétricos.

Inicialmente, o plano do governo da China, anunciado em 2015, era de subsidiar o setor até este ano. Porém, a decisão do corte vem depois do governo chinês prorrogar os subsídios para os NEVs. O objetivo, na época, era tentar ajudar o crescimento do mercado em meio à crise causada pela Covid-19.

No país, 1,2 milhão de NEVs foram vendidos em 2019

De acordo com a Reuters, o plano da China era de que os NEVs ocupassem um quinto das vendas de carros em 2025. Atualmente, os veículos movidos a novas energias correspondem a apenas 5% das vendas do segmento.

Desta forma, a China vai estender os subsídios para a compra dos NEVs até 2022. Entretanto, o benefício se aplica apenas a carros de passeio que custem menos de 300 mil yuans, cerca de 239 mil reais.

No último ano, 1,2 milhão de NEVs foram vendidos na China. A nova política, a qual entrou em vigor em 23 de abril, também prevê que autoridades priorizem os veículos movidos a novas energias quando comprarem um novo carro.

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