Despedida leva 170 Kombis a evento

Estacionamento da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo reuniu fãs da Velha Senhora


Encontro aconteceu em São Bernardo do Campo

Os entusiastas da Kombi fizeram neste domingo (8) uma festa
de despedida em grande estilo para a Velha Senhora (veja galeria abaixo). Organizado pelo Sampa Kombi
Clube, o evento reuniu no pátio de estacionamento da fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, cerca de 170 exemplares ­- de raras unidades
importadas da Alemanha nos anos 50 à brasileira Last Edition, série de 1,2 mil
exemplares ainda em produção e que encerra a produção da Kombi no mundo.

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Jornalistas da Alemanha, Inglaterra, Áustria, Suíça e
Holanda foram enviados pela Volkswagen de Hannover, na Alemanha, para a cobertura evento. TVs
por assinatura gravaram imagens e entrevistas para documentários.
Jornalista-celebridade, o inglês Mike Brewer fez gravações para seu programa
“Wheeler Dealers”, do Discovery Channel, deu autógrafos e posou para
fotos com fãs.

Representantes de clubes de fãs do modelo vieram rodando
com suas raridades do interior de São Paulo e até de outros estados. “Um encontro como esse é único, é histórico, eu não
poderia faltar”, disse o médico dermatologista Ronaldo Régis Mobius, de 52
anos. Fundador e ex-presidente do Clube da Kombi de Curitiba, ele viajou da
capital paranaense para São Paulo a bordo de sua Kombi 2010, personalizada. Com
ele vieram dois amigos, que trouxeram um belo exemplar 1967 saia-e-blusa
(branca e bege Nilo) e uma rara 1959 verde Areia.

Praticamente todas as versões da Kombi estiveram
representadas no evento.
Originais, personalizadas, picapes, trailers e furgões
mostraram a versatilidade do carro há quase seis décadas em produção
ininterrupta no Brasil. Na área de alimentação, só com Kombis, elas mostraram um
pouco de sua versatilidade em quiosques de venda de pastéis, caldo de cana,
café, bebidas, hot dogs e crepes.

Um dos modelos mais cultuados do dia foi a Kombi Barndoor
(ou porta de celeiro, por causa da grande tampa traseira de acesso ao
compartimento do motor, e sem para-choque) alemã, 1950, do restaurador Maurício
Marx, de 33 anos. Descoberta em uma favela de São Paulo há oitos anos e
restaurada nos padrões originais com peças importadas da Europa, hoje ela reluz
em sua pintura na cor Dove Blue, rodas originais aro 16 e motor de 1,1 litro.

Esse exemplar representa a resistência de um dos modelos
de maior sucesso e longevidade na história da indústria automobilística. “A paixão pelas Kombis começou com meu avô, passou
pelo meu pai e continua comigo. Para ter um carro como esse, a gente nem faz
contas”, diz Marx.


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