Fabricantes promovem sucessivos aumentos de preços em 2020

Alta no dólar e variações na economia podem resultar em aumentos nos preços dos carros no Brasil

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Corolla já ficou até R$ 7 mil mais caro em 2020 Crédito: Rafael Arbex/Estadão

Um quarto do ano de 2020 já passou e vários carros passaram por reajustes na tabela de preço nesses dois meses. São modelos cujos preços aumentaram sem que nenhuma mudança fosse feita, como mais equipamentos ou um motor mais forte. O primeiro deles foi o “queridinho” dos sedãs, o Toyota Corolla, que ficou até R$ 7 mil mais caro em dois aumentos ao longo de 2020.

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Todas as versões do sedã ficaram mais caras com a virada do ano. Agora, a variante mais “em conta”, a GLi 2.0, já custa R$ 102.990. A alta chega a R$ 3 mil em relação ao ano passado.

A versão intermediária XEi 2.0 também aumentou R$ 3 mil e foi a R$ 114.090. A Altis 2.0 subiu foi a R$ 30.390. Todas são equipadas com o motor 2.0 de 177 cv e 21,4 mkgf associado ao câmbio automático CVT. A versão Altis Hybrid custava o mesmo variante 2.0 e também passou a R$ 130.390. A Altis Hybrid Premium subiu R$ 7 mil e chega a custar R$ 137.990.

Na GM, os aumentos de preços mais recentes atingiram as linhas Onix e Joy. A versão mais cara do novo hatch, a Premier, agora custa R$ 76.050, quase R$ 3 mil a mais que no lançamento em 2019. A versão de entrada, LT 1.0, também está mais cara e custa R$ 53.650, R$ 2.060 a mais do que no lançamento.

A antiga geração do Onix, mantida no mercado com o nome Joy, também encareceu em 2020. O carro foi lançado custando R$ 47.590, e já está em R$ 50.150.

Picape mais cara

Já a picape S10 ultrapassou os R$ 200 mil pela primeira vez em 2020. A linha também já teve dois aumentos neste ano e a versão mais cara da gama, a High Country, chega a R$ 205.090. As LTZ Flex e diesel custam R$ 148.350 e R$ 198.250 respectivamente. Os aumentos chegam a R$ 6.600 em relação à tabela de 2019, caso da versão High Country.

A tendência de aumentos deve continuar e chegar a outras marcas ao longo do ano. Entre os culpados, a instabilidade econômica que o País enfrenta nos últimos meses e a expressiva alta do dólar, que bateu recordes e encerrou a segunda-feira (9) a R$ 4,72.

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