Lançamentos

Ford Fiesta ganha motor 1.0 turbo Ecoboost

Novo propulsor é exclusivo da versão de topo, vendida a R$ 71.990; linha 2017 também passou por mudanças

28 de jun, 2016 · 5 minutos de leitura.

Ford Fiesta ganha motor 1.0 turbo Ecoboost
Crédito:Novo propulsor é exclusivo da versão de topo, vendida a R$ 71.990; linha 2017 também passou por mudanças
Fiesta 1.0 Ecoboost é o motor 1 litro mais potente do País atualmente

Após marcas como Volkswagen e Hyundai lançarem modelos com motor 1.0 turbo de três cilindros, chegou a vez da Ford. A linha 2017 do Fiesta passa a trazer esse tipo de propulsor, que chega por ora na versão de topo, Titanium Plus com câmbio Powershift, automatizado de seis marchas e duas embreagens. A tabela é de R$ 71.990. O carro estará nas lojas em meados de julho.

Diferentemente do 1.0 do Ka, o novo propulsor, da família Ecoboost, tem injeção direta de combustível e intercooler. Com isso, rende 125 cv. O ponto negativo é que esse motor roda apenas com gasolina.

Bem completa, a nova versão do Fiesta traz de série equipamentos como ar-condicionado digital, sensores de obstáculos atrás, partida por meio de botão (sem necessidade do uso da chave), bancos de couro e air bags laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista. Há ainda controles de estabilidade e tração. Um emblema na traseira indica a presença do 1.0 turbo Ecoboost.

Esperto. Mesmo com 3 cv a menos que o propulsor 1.6 - que continua sendo oferecido -, o novo 1.0 é valente. O torque de 17,3 mkgf está disponível a partir das 1.400 rpm, enquanto o motor “maior” gera 16,2 mkgf a 4.250 rpm. Isso torna a nova versão bem ágil tanto na cidade quanto na estrada, onde o hatch esbanja vigor.

Em trechos urbanos, onde as retomadas são mais comuns, a rotação do motor sobe rapidamente, permitindo ao Fiesta ganhar velocidade sem sufoco. Mesmo em giros altos, o funcionamento do 1.0 turbo é suave e muito silencioso.

O maior senão desse Fiesta é o câmbio automatizado. Mesmo com as duas embreagens, as trocas carecem de rapidez, o que acaba tirando um pouco da agilidade do conjunto, principalmente na cidade. Há um certo atraso entre o comando e a ação da caixa até quando o motorista faz as mudanças no modo manual. Quando trabalha no modo automático, essa transmissão é por vezes indecisa, e parece não acompanhar as reações rápidas do motor.

A suspensão, firme, mantém o bom acerto da linha Fiesta. O conjunto sofre um pouco sobre piso ruim (assim como os pneus de perfil baixo), mas garante ótimo comportamento dinâmico. O hatch é muito bom de curva, situação em que se mostra bem à vontade. A direção tem relação direta com as rodas e peso correto, sendo leve em manobras e firme quando se roda em velocidades altas.

Linha 2017. Além do motor turbo, a Ford fez outras mudanças na gama do hatch. As opções com motor 1.5 passam a ser oferecidas apenas para frotistas, ficando o 1.0 turbo e o 1.6 disponíveis para pessoas físicas.

A linha começa na versão SE 1.6, a R$ 51.990, e passa pela nova SEL 1.6, intermediária, a R$ 58.790. A Titanium Plus também é vendida com motor 1.6. Nesse caso, a tabela do modelo parte de R$ 70.690.

[galeria id="25912"]


Fiesta 1.0 Ecoboost é o motor 1 litro mais potente do País atualmente

Após marcas como Volkswagen e Hyundai lançarem modelos com motor 1.0 turbo de três cilindros, chegou a vez da Ford. A linha 2017 do Fiesta passa a trazer esse tipo de propulsor, que chega por ora na versão de topo, Titanium Plus com câmbio Powershift, automatizado de seis marchas e duas embreagens. A tabela é de R$ 71.990. O carro estará nas lojas em meados de julho.

Diferentemente do 1.0 do Ka, o novo propulsor, da família Ecoboost, tem injeção direta de combustível e intercooler. Com isso, rende 125 cv. O ponto negativo é que esse motor roda apenas com gasolina.

Bem completa, a nova versão do Fiesta traz de série equipamentos como ar-condicionado digital, sensores de obstáculos atrás, partida por meio de botão (sem necessidade do uso da chave), bancos de couro e air bags laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista. Há ainda controles de estabilidade e tração. Um emblema na traseira indica a presença do 1.0 turbo Ecoboost.

Esperto. Mesmo com 3 cv a menos que o propulsor 1.6 – que continua sendo oferecido -, o novo 1.0 é valente. O torque de 17,3 mkgf está disponível a partir das 1.400 rpm, enquanto o motor “maior” gera 16,2 mkgf a 4.250 rpm. Isso torna a nova versão bem ágil tanto na cidade quanto na estrada, onde o hatch esbanja vigor.

Em trechos urbanos, onde as retomadas são mais comuns, a rotação do motor sobe rapidamente, permitindo ao Fiesta ganhar velocidade sem sufoco. Mesmo em giros altos, o funcionamento do 1.0 turbo é suave e muito silencioso.

O maior senão desse Fiesta é o câmbio automatizado. Mesmo com as duas embreagens, as trocas carecem de rapidez, o que acaba tirando um pouco da agilidade do conjunto, principalmente na cidade. Há um certo atraso entre o comando e a ação da caixa até quando o motorista faz as mudanças no modo manual. Quando trabalha no modo automático, essa transmissão é por vezes indecisa, e parece não acompanhar as reações rápidas do motor.

A suspensão, firme, mantém o bom acerto da linha Fiesta. O conjunto sofre um pouco sobre piso ruim (assim como os pneus de perfil baixo), mas garante ótimo comportamento dinâmico. O hatch é muito bom de curva, situação em que se mostra bem à vontade. A direção tem relação direta com as rodas e peso correto, sendo leve em manobras e firme quando se roda em velocidades altas.

Linha 2017. Além do motor turbo, a Ford fez outras mudanças na gama do hatch. As opções com motor 1.5 passam a ser oferecidas apenas para frotistas, ficando o 1.0 turbo e o 1.6 disponíveis para pessoas físicas.

A linha começa na versão SE 1.6, a R$ 51.990, e passa pela nova SEL 1.6, intermediária, a R$ 58.790. A Titanium Plus também é vendida com motor 1.6. Nesse caso, a tabela do modelo parte de R$ 70.690.