Igor Macário

19/02/2020 - 3 minutos de leitura.

GM encerra produção da Holden na Austrália; marca teve ícone vendido no Brasil

Holden vai fechar as portas por completo no fim de 2020. Marca era responsável pela produção de Omega vendido no Brasil entre 1998 e 2011

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Holden Commodore foi vendido no Brasil como Omega Crédito: Chevrolet/Divulgação
Carro

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A GM enfim oficializou o fim da australiana Holden, uma das mais antigas fabricantes de carro do mundo. O plano era encerrar as atividades apenas em 2021, mas a marca vai acabar já no fim deste ano. Com uma gama bem diversificada, a Holden nunca teve um carro com seus emblemas vendido no Brasil, mas um modelo fabricado na Austrália ficou bem conhecido por aqui. O Chevrolet Omega vendido a partir de 1998 no País era uma versão do Holden Commodore, um dos carros mais populares da marca em seu país de origem.

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Se a aclamada primeira geração do Omega, produzida no Brasil, era um projeto europeu, da Opel, as seguintes vieram da terra dos cangurus. A escolha foi curiosa e despertou questionamentos na época. Tudo porque o Omega europeu também teve gerações seguintes à feita no Brasil, mas o carro que acabou vindo pra cá foi o Holden australiano.

O Commodore foi vendido por aqui até 2008, passando por uma mudança de geração. Em 2010 voltou a ser vendido como Omega Fittipaldi até o fim da importação no ano seguinte. Por aqui, os Holden vinham apenas nas configurações mais caras, chamadas de Calais na Austrália.

Holden tem modelos conhecidos

A Holden tem uma gama muito diversificada. Inclusive, vende outros modelos conhecidos dos brasileiros. O Trax é uma versão local do Chevrolet Tracker atual e a picape Colorado é a “nossa” conhecida S10 com emblemas da Holden. Há ainda modelos americanos, como o Equinox (também vendido aqui) e o Acadia, originalmente da GMC.

O Commodore, vendido aqui como Omega, chegou a ganhar uma quinta geração em 2018 com motores de seis e oito cilindros. O modelo era baseado no europeu Opel Insignia, mas o desenho era exclusivo do australiano. Ainda assim, as vendas baixas acabaram levando ao fim do modelo em 2019.

Na Austrália, o fim da marca deve colocar cerca de 600 empregados na rua. Outros 200 ficarão responsáveis por dar sequência à garantia dos carros vendidos recentemente. Também trabalharão no fornecimento de peças por até 10 anos.

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