Avaliação

Hilux com R$ 25 mil de itens off-road

Entre os destaques sobre quatro rodas da Adventure Sports Fair, que vai até amanhã na Bienal do Ibirapuera, há modelo que está longe de ser novidade. Trata-se de um Toyota Hilux SW4 1998 pronto para encarar uma viagem de volta ao mundo ou outro...

13 de ago, 2011 · 4 minutos de leitura.

Hilux com R$ 25 mil de itens off-road
Crédito:Entre os destaques sobre quatro rodas da Adventure Sports Fair, que vai até amanhã na Bienal do Ibirapuera, há modelo que está longe de ser novidade. Trata-se de um Toyota Hilux SW4 1998 pronto para encarar uma viagem de volta ao mundo ou outro...

Nícolas Borges

Entre os destaques sobre quatro rodas da Adventure Sports Fair, que vai até amanhã na Bienal do Ibirapuera, há um modelo que está longe de ser novidade. Trata-se de um Toyota Hilux SW4 1998 pronto para encarar uma viagem de volta ao mundo ou outro desafio do gênero.

O utilitário recebeu cerca de R$ 25 mil em acessórios para ser a estrela do estande da MXV. Especializada em venda e instalação de equipamentos off-road, a empresa fez do jipão uma espécie de mostruário ambulante.

Difícil saber o que mais chama a atenção: as suspensões, os pneus, as proteções de ferro ou o bagageiro no teto, que abriga quatro faróis de milha, cinco reservatórios de combustível com 5 litros cada, pneu estepe e caixa de alumínio para as ferramentas.

Ao volante, é fácil destacar a boa dirigibilidade. Apesar de ser bem mais alto que o SW4 de fábrica, o carro da MXV se comporta bem não só na terra (obviamente) mas no asfalto também. Mesmo em curvas com ondulações, a traseira não quica. Os amortecedores têm nitrogênio. O kit de suspensão é da marca australiana Ironman 4×4.

Ainda mais surpreendentes são os pneus sul-coreanos Marshal na medida 285/60 R16. Eles não fazem o ruído de rolagem típico de “biscoitões”. Nem rodando a 90 km/h em estrada.

As rodas são de rali, da Mangels, e foram pintadas do mesmo tom amarelo dos apêndices externos, como os estribos do tipo rockslider. De aço, eles são feitos pela própria MXV.

Bem como a capa do banco do motorista, que custa R$ 190. De uso universal, a peça conta com sete bolsos e pode ser feita de nylon ou lona. Outro item útil é o compressor de ar para alimentar máquinas pneumáticas.

A placa pode ser levantada para não ficar no caminho do cabo do guincho (Fotos: Sérgio Castro/AE)


Nícolas Borges

Entre os destaques sobre quatro rodas da Adventure Sports Fair, que vai até amanhã na Bienal do Ibirapuera, há um modelo que está longe de ser novidade. Trata-se de um Toyota Hilux SW4 1998 pronto para encarar uma viagem de volta ao mundo ou outro desafio do gênero.

O utilitário recebeu cerca de R$ 25 mil em acessórios para ser a estrela do estande da MXV. Especializada em venda e instalação de equipamentos off-road, a empresa fez do jipão uma espécie de mostruário ambulante.

Difícil saber o que mais chama a atenção: as suspensões, os pneus, as proteções de ferro ou o bagageiro no teto, que abriga quatro faróis de milha, cinco reservatórios de combustível com 5 litros cada, pneu estepe e caixa de alumínio para as ferramentas.

Ao volante, é fácil destacar a boa dirigibilidade. Apesar de ser bem mais alto que o SW4 de fábrica, o carro da MXV se comporta bem não só na terra (obviamente) mas no asfalto também. Mesmo em curvas com ondulações, a traseira não quica. Os amortecedores têm nitrogênio. O kit de suspensão é da marca australiana Ironman 4×4.

Ainda mais surpreendentes são os pneus sul-coreanos Marshal na medida 285/60 R16. Eles não fazem o ruído de rolagem típico de “biscoitões”. Nem rodando a 90 km/h em estrada.

As rodas são de rali, da Mangels, e foram pintadas do mesmo tom amarelo dos apêndices externos, como os estribos do tipo rockslider. De aço, eles são feitos pela própria MXV.

Bem como a capa do banco do motorista, que custa R$ 190. De uso universal, a peça conta com sete bolsos e pode ser feita de nylon ou lona. Outro item útil é o compressor de ar para alimentar máquinas pneumáticas.

A placa pode ser levantada para não ficar no caminho do cabo do guincho (Fotos: Sérgio Castro/AE)