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Jeep quer fim da venda de 'Willys' da Mahindra
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Jeep quer fim da venda de 'Willys' da Mahindra

Para montadora americana, o Mahindra Roxor é muito parecido com seus modelos

Redação

04 de ago, 2018 · 4 minutos de leitura.

Mahindra Roxor
Mahindra Roxor
Crédito:Foto: Mahindra
Mahindra Roxor

A Fiat-Chrysler (FCA), grupo do qual faz parte a Jeep, apresentou nesta semana uma queixa contra a Mahindra. A informação é da agência Automotive News.

De acordo com a agência, a FCA pleiteia a paralisação das vendas no novo Mahindra Roxor. Isso porque o modelo teria visual muito parecido com carros da Jeep.

O carro, de fato, é semelhante ao Jeep Willys original, dos anos 40. De fato, anos atrás, Mahindra (marca indiana sediada em Mumbai, licenciou o design do Willys, que ficou conhecido como jipe original. Não se sabe como está agora essa licença.


Ainda conforme o Automotive News, a grande preocupação da FCA é o Roxor tirar vendas do Wrangler em mercados de grandes volumes.

Nos EUA, no entanto, isso não irá ocorrer. O Rexor, modelo a diesel, não está homologado para rodar nas ruas norte-americanas. Ele não cumpre as regulamentações de segurança e emissões do país da América do Norte.

O Roxor é fabricado na Índia e tem peças enviadas aos EUA para montagem final.


VEJA TAMBÉM: AS PICAPES MAIS VENDIDAS EM JULHO

 

Fábrica da Mahindra

A montadora indiana anunciou recentemente a construção de uma fábrica na região metropolitana de Detroit, nos Estados Unidos. O investimento é de US$ 600 milhões, que equivalem a cerca de R$ 2,22 milhões.


A planta fica a pouco quilômetros da fábrica da FCA em Alburn Hills. Outro plano da Mahindra é vender modelos elétricos nos Estados Unidos. A montadora foi flagrando testando esse tipo de veículo em território norte-americano.

A montadora indiana está expandindo sua participação pelo mundo. No Brasil, porém, a experiência não deu certo.

A marca estreou por aqui em 2008, produzindo veículos em planta na zona franca de Manaus. Havia uma picape e um utilitário-esportivo.


A experiência, no entanto, terminou em 2015, com a piora da situação da economia brasileira. No melhor momento da marca no Brasil, as vendas atingiram cerca de 250 unidades por mês, de acordo com informações do G1.

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