Redação

18/12/2019 - 5 minutos de leitura. Atualizado: 17/12/2019 | 22:46

Qual o preço das cores do carro?

Algumas montadoras cobram pela cor preta, outras dão a pintura branca ‘de graça’

Fiat Argo Trekking
A Fiat cobra R$ 800 pela pintura branca no Argo Trekking. A preta sai de graça, mas nesse caso os adereços externos do carro desaparecem Crédito: Fiat/Divulgação
Carro

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Quem comprar o Fiat Argo Trekking na cor preta não paga nenhum adicional. A pintura preta é a única oferecida no Argo aventureiro sem cobrança extra. Mas, optando por essa tonalidade, o cliente perde um dos destaques do veículo, que é exatamente a possibilidade de ter um carro bicolor.

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O Argo Trekking, independentemente da cor escolhida, tem teto e a parte central do capô pintados de preto. A tonalidade também aparece nas laterais, nas faixas que identificam a versão. Se o carro vier na cor preta, os detalhes simplesmente desaparecem.

Para um bom contraste com o preto, pode-se optar pela cor branca, mas nesse caso a Fiat cobra R$ 800, o que eleva o preço inicial do Argo Trekking 1.3 de R$ 59.990 para R$ 60.790. A Fiat cobra os mesmos R$ 800 pela pintura vermelha. Além dela, o Argo aventureiro pode vir também nas cores cinza metálico e branco perolizado. A primeira acrescenta R$ 2.000 ao carro, enquanto a segunda custa R$ 2.300.

A cor vermelha é cobrada no Argo, mas é de graça na Toro

O curioso é que, dentro da mesma marca, a estratégia pode mudar em outro modelo do portfólio. É o caso, por exemplo, da picape Toro. O vermelho que custa R$ 800 no Argo Trekking não tem cobrança extra na picape. Aliás, ela é a única tonalidade sem cobrança na Toro. Caso o cliente opte pela tinta branca, mesmo sólida, o preço sobe R$ 1.500.

Fora ela, a Toro é disponível em outras sete tonalidades, sendo seis metálicas (que custam R$ 2.500) e um branco perolizado, com preço sugerido de R$ 3 mil. Obviamente, tudo isso pode ser negociado na loja, especialmente em época de promoções.



Para o Volkswagen Up!, há três cores sem custo adicional. É o caso das sólidas branco, preto e vermelho. A cobrança de pintura no subcompacto da marca alemã só ocorre se o cliente optar por alguma das duas cores metálicas (cinza e prata). Nesse caso, o acréscimo é de R$ 1.570.

Ford cobra o mesmo pela cor metálica e perolizada

Já no Polo a estratégia utilizada pela Volkswagen é outra. Como no Argo, apenas a cor preta não tem acréscimo. Mesmo as sólidas branca e vermelha têm custo de R$ 490. No caso das quatro opções de metálicas (azul, cinza e duas tonalidades de prata), o aumento no preço também é de R$ 1.570, como no Up!.

Isso mostra que o preço cobrado não tem relação com a quantidade de tinta a ser empregada na lataria (o Polo é maior que o Up!).

A Ford não estipula cobrança extra pela pintura preta e vermelha do Ka. Já o branco tem adicional de R$ 600. Outra peculiaridade da marca é que as duas opções perolizadas (cinza) têm o mesmo preço da metálica (prata): R$ 1.350. Normalmente, as montadoras costumam pedir mais pelo acabamento perolizado.

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