Se um Corvette L88 dos anos 60 já é raro, imagine dois

A Chevrolet fez poucas unidades do Corvette L88, entre 1967 e 1969, o que faz dessa série uma raridade. Pois duas delas irão a leilão juntas

Chevrolet Corvette
Crédito: Em janeiro, estes dois raros Corvette fabricados em 1969 irão a leilão na Flórida, nos EUA. Foto: Mecum/Divulgação

Entre 1967 e 1969, a Chevrolet produziu o Corvette L88, que rapidamente se tornou um dos modelos mais raros e desejados do esportivo. Apenas 216 foram produzidos. Pois duas unidades dele serão leiloadas em janeiro, na Flórida, Estados Unidos. Um cupê e um conversível, ambos em excelentes condições.

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O valor estimado dos carros, produzidos em 1969, é de US$ 1,1 milhão (R$ 4,3 milhões) e US$ 1,35 milhão (R$ 5,3 milhões), respectivamente. Dois fatores ajudam a explicar esses valores: o conversível está ligado a uma celebridade, e o cupê rodou apenas 2 mil milhas (3.200 km).

Quando o modelo fechado foi adquirido, ele rumou diretamente da concessionária a um local fechado, onde permaneceu guardado.

Apenas nos anos 90, quando foi revendido, o novo dono rodou as 2 mil milhas registradas no hodômetro. Tem interior preto, rodas de rali e pneus Firestone. O motor é original, mas houve retrabalho nas suspensões, freios (a disco) e ignição (transistorizada).

Em 2004, o modelo passou a colecionar prêmios em eventos, após uma cuidadosa restauração.

Conversível também é colecionador de prêmios

O primeiro dono do conversível foi o piloto Tony DeLorenzo. Quando sua carreira como profissional das pistas estava no auge, ele adquiriu o L88 como carro de uso diário.

Há apenas outra unidade do L88 conversível com as mesmas especificações deste modelo. Na época, DeLorenzo gastou US$ 1.032 para equipá-lo com o pacote opcional esportivo.

Muitos quiseram ter o carro, por causa de suas credenciais esportivas, caso do engenheiro chefe da linha Corvette, Zora Arkus-Duntov.

DeLorenzo fez do L88 quase um modelo de corrida, acrescentando ao modelo coletores de saída cromados e escapes laterais.

Ele vendeu o carro a um piloto da Pan Am, que venceu corridas com ele na Europa com tanta facilidade que seus rivais acabaram comprando o carro apenas com o objetivo de ele parar de ganhar.

Mais tarde, o modelo voltou aos EUA e foi restaurado na mesma oficina que recuperou o cupê.

Depois disso, também passou a ganhar prêmios. Ainda tem placas de licença europeias, assinadas por DeLorenzo.

Correspondências entre o primeiro dono e um dos compradores estão incluídas na venda, assim como papéis de homologação da FIA e fotos de corrida.


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