Honda

HONDA CITY 2020

Honda City

Atenta à movimentação dos rivais no segmento de sedãs compactos, a Honda tratou de rejuvenescer o City. Mas nada tão profundo. As principais alterações estão nos para-choques, que conferem aparência mais esportiva ao modelo.

A família do Honda City segue à do Fit, com as versões DX (R$ 63.600), Personal (R$ 68.700), LX (R$ 75.600), EX (R$ 81.400) e EXL (R$ 86.900)

Na dianteira, os nichos que abrigam os faróis de longa distância têm moldura mais pronunciada e desenho horizontal. O mesmo padrão foi adotado na traseira, com as duas lentes reflexivas (“olhos de gato”) nas extremidades.

Os faróis possuem luzes de condução diurna de LED incorporadas em todas as versões, enquanto a EXL (topo de linha) conta com conjunto óptico 100% de LED. Atrás, as lanternas também são de LED – exceto na versão DX.

Nova central multimídia do Honda City

Toda a gama do Honda City dispõe de rodas de liga leve, sendo de 16 polegadas nas configurações LX, EX e EXL e de 15 polegadas na Personal e na DX.

Na parte interna, foram acrescentados alguns itens, de acordo com a versão. A DX passa a oferecer acionamento dos vidros com sistema “um toque” para todos os ocupantes, além de possibilidade de fechamento à distância por alarme. Na EX, a novidade são os airbags laterais, que ampliam a segurança em caso de acidentes.

Os atrativos da cabine da linha do Honda City, porém, estão na versão EXL, a mais sofisticada. A nova central multimídia possui tela tátil de sete polegadas, é compatível com sistemas Android Auto e Apple CarPlay e traz navegador. Além disso, permite a reprodução de arquivos de áudio via Bluetooth e aceita comandos por voz.

O monitor exibe as imagens da câmera de ré em três ângulos (normal, grande angular e do alto) e com indicação de distância por cores. A outra qualidade é o sistema de rebatimento dos retrovisores, que também pode ser acionado à distância, pela chave.

Na parte mecânica, o Honda City segue com motor 1.5 flex de 116 cv e 15,3 kgfm de torque. Ele trabalha em conjunto com o câmbio CVT, que assegura conforto dinâmico. A versão DX é a única com câmbio manual de cinco marchas.

Depois de um ano de uso do modelo 0 km, o Honda City é um automóvel que desvaloriza pouco. De acordo com pesquisa da Agência Autoinforme, ele perde apenas 8,6% no período.

Prós

  • Espaço interno
  • Porta-malas de 536 litros
  • Confiabilidade mecânica

Contras

  • Desempenho limitado
  • Acabamento poderia ser melhor
  • Preço do modelo 0 km

Indicado para

Família
Lazer
Trabalho
Viagem

HONDA CITY

Preço

R$ 65.800

Carroceria

Sedã

Motor

1.5 4 cilindros em linha

Transmissão

manual

Potência

115 (116)

Torque

4800 (4800)

Comprimento

4455

Altura

1485

Largura

1695

Distância entre eixos

2600

Porta-malas

536

Velocidade máxima

Não informado pela montadora

Aceleração

Não informado pela montadora

Consumo urbano

12.37 (8.63)

Consumo rodoviário

14.65 (10.25)

Versões a partir de

R$ 65.800

3.5

3.5 de 5

Custo/Benefício

3.5

Design

3.5

Consumo

3

Potência

3.5

Tecnologia

3.5

Conforto

4

Acabamento

3

Manutenção

3.5

Revenda

4

Modelos similares

Versões a partir de

R$ 65.800