Carros 0km

Volkswagen

Renault ZOE 2021


Renault ZOE

Parece difícil convencer alguém a comprar um hatch com motor elétrico, de dimensões compactas e que custa mais de R$ 200.000. No Brasil, o apelo de emissão zero ainda esbarra na falta de estrutura de estradas e vias públicas e no preço dos automóveis eletrificados, como o Renault Zoe, vendido no mercado brasileiro nas versões Zen e Intense. 

Em sua terceira geração, Renault Zoe tem propulsão elétrica de 135 cv de potência e 25 kgfm de torque. A autonomia da bateria, segundo a montadora, é de 385 km. O modelo alcança 140 km/h de velocidade máxima.

Assim como em outros veículos elétricos, a aceleração é imediata e a velocidade cresce de maneira constante, graças ao câmbio automático de uma marcha. O pedal do freio é bastante sensível e responde rapidamente.

O Renault Zoe mede 4,08 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,56 m de altura e 2,59 m de distância entre-eixos. Os passageiros podem guardar suas bagagens no porta- malas de 388 litros.

Assoalho alto do Renault Zoe

Por dentro, o assoalho alto do Renault Zoe na região traseira chama atenção. Isso acontece porque os módulos da bateria foram instalados na parte de baixo do carro. O centro de gravidade do carro melhora com essa solução. Em compensação, o conforto do terceiro ocupante do banco de trás fica um pouco comprometido.

A versão de entrada já vem equipada de série com airbags frontais e laterais, encosto de cabeça para todos os ocupantes, controles de estabilidade e tração, faróis de neblina, assistente de partida em rampa, sistema Isofix para prender cadeirinha infantil e sensores de estacionamento traseiro.

Os itens de conforto incluem ar-condicionado automático, direção assistida, controle automático e limitador de velocidade e chave presencial. A central multimídia tem conexões USB e Bluetooth e navegador GPS. 

Prós

  • Desempenho do motor elétrico
  • Garantia de três anos
  • Nível de equipamentos

Contras

  • Preço
  • Design da traseira
  • Carregador vendido separadamente

Indicado para

Família
Trabalho

RENAULT ZOE

Preço

R$ 204.990

Carroceria

Hatchback

Motor

cilindros

Transmissão

automática

Potência

135

Torque

Não informado pela montadora

Comprimento

4087

Altura

1562

Largura

1787

Distância entre eixos

2588

Porta-malas

338

Velocidade máxima

140

Aceleração

9.5

Consumo urbano

Não informado pela montadora

Consumo rodoviário

Não informado pela montadora

Versões a partir de

R$ 204.990

3.6

3.6 de 5

Custo/Benefício

3.5

Design

3

Consumo

3.5

Potência

4

Tecnologia

3.5

Conforto

3.5

Acabamento

4

Manutenção

4

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14 de jan, 2022 · 4 minutos de leitura.

O motorista deve ficar atento ao comportamento do carro. Em caso de perda da estabilidade ou do conforto do veículo, é importante procurar um especialista, a fim de avaliar se o amortecedor ou outro componente da suspensão precisa ser substituído. 

O desgaste é detectado por meio de equipamentos apropriados, como o shocktester, que avalia a função de amortecimento da peça. Se chegou o momento de substituí-la, o ideal é fazê-lo aos pares. “Trocar uma só pode causar o desequilíbrio entre as rodas do mesmo eixo, prejudicando a dirigibilidade”, destaca Rubens Fagundes, assistente técnico da Cofap.

Mesmo que o motorista adote uma condução cuidadosa, sem impactos contra buracos, lombadas e guias, evitando acelerações e freadas bruscas, o ideal é realizar inspeções periódicas na suspensão a cada 5 mil quilômetros ou de acordo com o indicado no manual do proprietário. 

“Não se pode esquecer a manutenção preventiva da suspensão. Afinal, da mesma forma que um amortecedor com falha reduz a vida de outros elementos, o contrário também acontece”, afirma Fagundes. “Componentes da suspensão deteriorados diminuem a vida do amortecedor, que acaba trabalhando em condições desfavoráveis.”

Não confie nos amortecedores recondicionados

Outra medida é não alterar as condições originais da suspensão, modificando seus elementos para rebaixar ou elevar o veículo. 

Ao providenciar a reposição, não confie em recondicionados. As partes internas e o óleo são especialmente desenvolvidos para a fabricação dos amortecedores seguindo rígidas especificações e não estão disponíveis para venda no mercado. 

“Se um amortecedor perdeu eficiência, não dá para recondicioná-lo. Para isso, seria necessário abri-lo, identificar e trocar os componentes internos desgastados por peças originais e fechá-lo de modo correto e seguro”, explica o especialista. “Os recondicionadores não têm condição técnica de executar todas essas etapas.”

Lembre-se dos seguintes pontos ao trocar o amortecedor:

1 – O desgaste no amortecedor é detectado por equipamentos apropriados.

2 – O ideal é substituir os amortecedores aos pares.

3 – Não confie em amortecedores recondicionados.

4 – Fique atento ao entorno: outros componentes deteriorados prejudicam o amortecedor.