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Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil por R$ 18.990
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Royal Enfield Himalayan chega ao Brasil por R$ 18.990

Trail fabricada pela Royal Enfield tem motor a ar de 411 cm³ que rende 24,5 cv

José Antonio Leme

22 de jan, 2019 · 3 minutos de leitura.

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Royal Enfield Himalayan
Crédito:Crédito: Royal Enfield/Divulgação

A Royal Enfield aumenta sua participação no País com a chegada da trail Himalayan. O modelo que difere do restante da linha, toda de visual retrô, desembarca por R$ 18.990.

Com estilo trail, conta com um motor monocilíndrico, arrefecido a ar, de 411 cm³ que rende 24,5 cv a 6.500 rpm e 3,2 mkgf entre 4 mil e 4.500 rpm. O câmbio é de cinco marchas.

Ela tem um radiador de óleo, o que permite aumentar a vida útil do fluido. Isso permite rodar por 10 mil km antes da troca.

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Segundo a Royal, o propulsor é todo novo e para evitar a vibração típica do monocilíndrico de longo curso recebeu um balanceiro.

Ela tem um chassi de berço duplo, típico de motos trail. Ele foi desenvolvido fora da fábrica, em parceria com a Harris Performance, na Inglaterra.

A suspensão é do tipo convencional na dianteira com tubos de 41 mm e 200 mm de curso. Na traseira, pela primeira vez, uma Royal Enfield usa sistema de amortecimento monochoque com 180 mm de curso.


A distância do solo é de 220 mm, o tanque tem 15 litros de capacidade e, segundo a Royal, proporciona 450 km de autonomia. O peso seco é de 185 kg.

Os pneus são Pirelli em rodas de 21 polegadas na frente e 17" atrás. As medidas são 90/90 e 120/90, respectivamente.

Os freios são a disco, simples, nas duas rodas. Na frente tem 300 mm de diâmetro e atrás 240 mm. O sistema de ABS funciona nas duas rodas, mas não pode ser desligado para o uso no off-road. O peso seco é de 185 kg, em ordem de marcha é de 191 kg.


Rivais

Pelo preço, a Himalayan vai disputar mercado com as trail de 300 cm³, como Honda XRE 300 e Yamaha Lander 250 ABS.

A moto da Honda começa em R$ 18.200, enquanto a Yamaha sai a R$ 16.990, mas só tem ABS na roda dianteira. Correndo por fora tem a Versys-X 300, da Kawasaki, por R$ 19.990 na versão de entrada, com motor dois cilindros.


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12 de abr, 2024 · 2 minutos de leitura.

Os carros elétricos estão cada vez mais presentes nas ruas do Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), esse mercado emplacou, no País, mais de 49 mil unidades nos oito primeiros meses de 2023, praticamente o total registrado em 2022. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o funcionamento desses veículos. Para ajudar você nessa jornada, o Oficina Mobilidade traz algumas dicas. Confira:

1. Como carregar a bateria do carro em casa?

A recarga residencial segue as mesmas recomendações de outros equipamentos elétricos

de alta corrente, como ferro de passar roupa, secador de cabelo e ar-condicionado. Em  comum, eles possuem tomadas de pino grosso, de 20 A. Jamais utilize adaptadores de pino grosso para pino fino, a fim de conectar equipamentos de 20 A em tomadas de 10 A. Isso aumenta o risco de curto-circuito. Os proprietários de veículos elétricos devem ter em casa uma tomada de 220 V e 20 A com cabeamento compatível com a potência a ser consumida, além de sistema de aterramento e proteção.

2. O que é melhor: carga lenta ou ultrarrápida?

A diferença entre as duas operações se resume ao tempo e à necessidade do usuário. Vale lembrar que a recarga ultrarrápida não se encontra disponível em todos os modelos. Durante o desenvolvimento do veículo, a fabricante deve prever essa atividade em seu projeto da bateria e do carregador de bordo.

3. O que devo saber antes de fazer uma viagem?

Planeje a viagem para saber exatamente onde há eletropostos no meio do caminho. Se o percurso for longo, provavelmente a bateria não terá autonomia suficiente até a chegada ao destino. Existem aplicativos que indicam os locais de pontos de recarga. Assim, as paradas podem ser programadas e o passeio vai ocorrer sem a preocupação com falta de carga.

4. Como tirar melhor proveito na cidade e na estrada?

Ao contrário do carro com motor a combustão, o veículo movido a eletricidade é mais econômico na cidade, porque o costumeiro “anda e para” ajuda a recarregar a bateria e, consequentemente, a ampliar a autonomia. Para o uso urbano, se o carro tiver o “one pedal drive” – que praticamente dispensa o pedal de freio –, habilite o recurso para permitir o reaproveitamento cinético de energia. Isso, porém, exige adaptação do motorista nos primeiros quilômetros. Na estrada, se possível, deixe o ar-condicionado desligado, mantenha os pneus bem calibrados e as janelas fechadas para diminuir a resistência do ar, providências que vão poupar energia da bateria.

5. Como aproveitar o recurso de regeneração de energia da bateria?

Mantenha o recurso sempre ativado e na opção de máxima regeneração. Alguns fabricantes deixam a cargo do cliente a decisão sobre o uso e a intensidade da regeneração. Mas há modelos que ainda não oferecem tais ajustes.

6. Que cuidado devo ter com a manutenção do carro elétrico?

A manutenção é diferente da do automóvel a combustão, porque o carro elétrico tem apenas 50 partes móveis, ante 350 do convencional. De toda forma, siga sempre as orientações da fabricante que constam no manual do proprietário em relação aos prazos e ao que observar nas revisões.

7. O que é preciso mexer ou trocar nas revisões?

O carro movido a bateria dispensa itens como velas, correia, filtros de combustível e de óleo, engrenagens de câmbio e virabrequim, tornando as revisões mais simples e baratas. Como existe um trabalho de frenagem automática quando o motorista tira o pé do acelerador, o sistema de freio é bem menos exigido, evitando o desgaste das pastilhas. A revisão inclui inspeção das portas de carregamento e dos rotores e avaliação da bateria. Fechaduras, filtro de ar-condicionado, suspensão, dobradiças e trincos também são vistoriados.

8. Os pneus dos carros elétricos são diferentes?

Os pneus de veículos elétricos apresentam a mesma estrutura básica em termos de componentes (talões, camada estanque e banda de rodagem). No entanto, algumas modificações ocorrem durante o projeto, como materiais utilizados, desenho e capacidade de carga. Eles são mais resistentes e recebem reforços estruturais, uma vez que o carro elétrico, geralmente, é mais pesado por conta da instalação da bateria. Jamais coloque um pneu normal para rodar no carro elétrico, pois sofrerá desgaste prematuro devido ao peso extra. Além disso, tenha em mente que o consumo do pneu pode ser maior por causa do alto torque no caso de dar arrancadas rápidas.

9. Que fatores afetam a autonomia da bateria?

Ligar o ar-condicionado na potência máxima, fazer arrancadas em busca de desempenho superior e não aproveitar da melhor forma a regeneração impactam diretamente a autonomia da bateria.

10. Como lavar o carro elétrico?

A lavagem deve ser realizada como se fosse um carro convencional, já que as vedações seguem os padrões de estanqueidade para os componentes elétricos e eletrônicos do sistema de tração. As baterias são testadas contra inundações e, em caso de acidente, o fluxo de corrente é imediatamente desligado para não haver risco de choque elétrico aos ocupantes.

11. Como rebocar um carro elétrico/híbrido?

Para que o carro elétrico seja rebocado de forma segura, o guincho precisa ser do tipo plataforma. É importante que as rodas do veículo não encostem no chão, pois elas possuem um sistema de regeneração de energia, que ajuda no recarregamento da bateria. Também é necessário que o veículo esteja em marcha neutra.

Lembre-se de que as recomendações podem variar conforme o fabricante e o modelo do carro elétrico. Por isso, é importante consultar o manual do proprietário. Além disso, as infraestruturas de carregamento estão em constante evolução, exigindo que o motorista se atualize sobre as opções disponíveis em sua região.