Palhetas dos limpadores de para-brisa merecem cuidados

Palhetas devem ser limpas com pano úmido e trocadas a cada doze meses ou 10 mil km rodados

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Palhetas podem ser verificadas e trocadas pelo próprio dono do carro Crédito: Crédito: Bosch/Divulgação

Estamos na época do ano em que os limpadores do para-brisa e do vidro traseiro têm maior serventia. Isso porque as chuvas de verão estão frequentes e volumosas. Para que esse equipamento garanta a visibilidade do motorista e a segurança dos ocupantes do veículo, porém, é preciso que as palhetas estejam bem conservadas.

Afinal, se não tiver visão perfeita do que acontece ao seu redor, o motorista se torna mais propenso a cometer infrações e até provocar acidentes.

É fundamental fazer a troca desses itens no prazo correto. O ideal é que as palhetas sejam substituídas a cada doze meses ou 10 mil km rodados. Na dúvida, o melhor é sempre seguir as instruções do fabricante do veículo.

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Em localidades de clima muito quente, porém, pode ser necessário antecipar a troca. A maior incedência de raios ultravioleta do sol pode afetar a composição da borracha. Os resultados são ressecamento e redução de sua vida útil.

Atenção aos sinais que as palhetas dão

As peças do sistema dão sinais de que precisam ser trocadas. Os principais são riscos ou névoa no vidro do carro, além de vibrações e ruídos na operação. Eles sinalizam o desgaste das palhetas. Mas um exame atento a olho nu também pode verificar se as peças estão tortas, quebradiças ou ressecadas.

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A substituição das peças é rápida e custa pouco. Aliás, as palhetas podem ser trocadas pelo próprio motorista. Basta soltar a presilha no centro da haste do limpador e encaixar a nova peça. O preço médio de cada palheta é de R$ 70 para as dianteiras e R$ 30 para as traseiras.

Enquanto não chega a hora da troca, a limpeza das lâminas de borracha deve ser feita apenas com pano umedecido em água. Nada de usar querosene ou outros produtos químicos.

Palhetas não são a única preocupação

Não basta, porém, checar o estado de conservação das palhetas. É preciso também verificar a operação do motor do limpador e a integridade dos braços, que não devem ter folgas. E observar o funcionamento correto do esguicho de água, que deve estar desobstruído.

O reservatório do lavador deve estar abastecido com água, sem aditivos ou produtos químicos, que podem danificar as peças. A exceção são detergentes específicos para esse fim. Detergentes de lavar louça não são indicados.

E se o modelo não for um sedã, mas sim um hatch, SUV ou perua? Nesse caso, os cuidados também devem ser estendidos ao conjunto de limpador e lavador do vidro traseiro.


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