Você está lendo...
Nissan Z Proto antecipa linhas do esportivo 400 Z
Notícias

Nissan Z Proto antecipa linhas do esportivo 400 Z

Z Proto homenageia antepassados da icônica linha Z e traz mecânica-raiz com motor V6 biturbo de 400 cv. Protótipo do futuro cupê tem câmbio manual de seis marchas

Diogo de Oliveira, special para o JC

16 de set, 2020 · 4 minutos de leitura.

z proto
Nissan buscou no passado a combustão os ingredientes de seu próximo esportivo
Crédito:NISSAN/DIVULGAÇÃO

Enquanto as montadoras correm para apresentar seus esportivos elétricos, a Nissan foi buscar no passado a combustão os ingredientes do seu próximo velocista. Ainda um estudo, o Z Proto antecipa como deve ficar o 400 Z, próximo na sucessão da icônica linha Z. Com traços rigorosamente trazidos dos primeiros cupês da família, o protótipo parece pronto. Porém, a versão final só chega em 2022.

No melhor estilo ?esportivo raiz?, o Z Proto traz sob o capô um motor V6 biturbo. O câmbio é manual de seis marchas. Quer mais? O pequeno cupê de dois lugares tem tração traseira, como manda o figurino. Por enquanto a Nissan não divulgou dados técnicos, mas a expectativa é de que o motor produza 400 cv de potência. É o mesmo numeral que dará nome ao esportivo.


O design também exibe elementos retrô inspirados nos ícones do passado. A dianteira mantém a enorme grade retangular no para-choques que se tornou marca registrada da linha Z. Já o conjunto ótico parece simples, mas tem preenchimento tridimensional moderno com arcos de LEDs que lembram os faróis redondos do Datsun 240Z, o primogênito da linha, lançado em 1973.

Z Proto segue cartilha dos cupês

Nas laterais, o Z Proto segue à risca a receita clássica dos cupês, com cintura alta, janelas estreitas e coluna traseira mais grossa e marcada pelo caimento agudo do teto, que se prolonga até a tampa. Atrás, as lanternas de LEDs novamente possuem efeito tridimensional. O desenho mais quadrado veio do 300ZX, esportivo lançado em 1983 e produzido até os anos 2000.


Por dentro, o Z Proto reúne as tecnologias mais modernas da atualidade com um toque à moda antiga. O painel traz duas grandes telas. Uma personalizável de 12,3 polegadas, atrás do volante, que reproduz os instrumentos, outra para a central multimídia. No topo do painel ficam três relógios analógios. São os manômetros, que não poderiam faltar em um legítimo descendente da linha Z.

Há ainda outros detalhes característicos, como a manopla redonda e a alavanca do câmbio curtinha, e os bancos esportivos com abas laterais. Sem data de estreia confirmada, o 400 Z está sendo desenvolvido especialmente para o mercado norte-americano, onde as gerações anteriores da linha Z já venderam mais de um milhão de unidades. O Brasil também costuma receber os cupês da marca.

O Jornal do Carro está no Youtube

Inscreva-se