Honda Elite 125 chega para atender os saudosos do Lead 110

Honda Elite 125 custa R$ 8.250 e é o novo scooter ‘popular’ da marca que vem para ocupar o lugar de entrada da marca como sucessor do aclamado sucesso de vendas, Lead 110

elite 125
HONDA ELITE 125. CRÉDITO: WERTHER SANTANA/ESTADÃO

Dois anos atrás, a Honda deixou órfãos os fãs do Lead 110, seu scooter mais acessível na época. Agora, a marca traz uma nova opção para ocupar essa lacuna, o Elite 125. Montado em Manaus, ele chega por R$ 8.250.

De série, tem faróis de LEDs, freios a disco combinados (CBS) – o sistema dianteiro é acionado automaticamente quando o piloto demanda o traseiro – e painel digital simples, mas funcional. Em relação aos Honda PCX 150 e SH 150i, que partem de respectivamente R$ 11.620 e R$ 12.700, o novato traz menos tecnologia. Os dois scooters veteranos oferecem partida sem chave start&stop e freios ABS no lugar do CBS.

O trem de força é formado pelo motor de 124,9 cm3 a gasolina, que tem arrefecimento a ar e rende 9,3 cv e 1 mkgf, e o câmbio automático CVT. Ele consegue se sair bem no uso urbano, mas é pouco adequado para incursões rodoviárias – mesmo aquelas mais curtas.

Honesto, o conjunto empurra bem o Elite, mas sofre em ladeiras mais acentuadas, especialmente se o scooter tiver de arrancar da imobilidade. O modelo consegue superar os 80 km/h, mas para manter o conforto trafegando nas vias mais rápidas, o ideal são os 70 km/h.

Além disso, as ultrapassagens precisam ser planejadas, pois nesse caso as respostas são lentas. Na cidade, a dirigibilidade é ágil, pois o Elite é esguio e leve – tem 109 kg. Não há locais apertados para ele.

A posição de guiar agrada bastante, pois é bem relaxada. A largura do guidom não atrapalha. No caso das pernas e pés a posição é flexionada em 90°, o que para a cidade é o ideal. Apesar de oferecer um espaço inclinado mais à frente para apoio dos pés, essa posição não é confortável.

Sob o banco, há espaço para um capacete aberto. Ali também fica o tanque de combustível de 6,4 litros. A Honda informa que o Elite 125 é capaz de fazer 50 km/l – com isso, a autonomia média é de 320 km.

Os freios a disco, simples, de 190 mm na frente e de 130 mm atrás, surpreenderam pela boa capacidade mesmo quando muito exigidos. Na avaliação, o sistema combinado evitou o travamento da roda traseira.

As suspensões com 90 mm de curso na frente e 70 mm atrás lidam bem com as imperfeições dos pisos. Já as rodas pequenas, de 12 polegadas na dianteira e 10” atrás, exigem cuidados com buracos. Elas não conseguem sobrepor direto os maiores e podem cair dentro deles.

No visual, o Elite 125 talvez seja o mais ousado dos scooters pequenos da Honda. O conjunto óptico dianteiro é bem agressivo e chama bastante a atenção para a carenagem toda chanfrada.


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