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BMW, Harley-Davidson e Triumph têm condições especiais
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BMW, Harley-Davidson e Triumph têm condições especiais

BMW paga até seis parcelas, a Harley-Davidson oferece juros reduzido e a Triumph até R$ 7 mil de desconto

Redação

09 de jun, 2020 · 4 minutos de leitura.

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condições especiais
TRIUMPH DÁ ATÉ R$ 7 MIL DE DESCONTO
Crédito:TRIUMPH

Para tentar aquecer as vendas de motocicletas, BMW, Harley-Davidson e Triumph têm condições especiais para seus modelos durante todo o mês de junho. BMW paga até seis parcelas do plano de financiamento, a Harley-Davidson oferece juros reduzido e a Triumph, até R$ 7 mil de desconto.

Na BMW, as condições especiais são para os modelos G 310 R, G 310 GS, F 750 GS, F 850 GS, F 850 GS Adventure, R 1250 GS, R 1250 GS Adventure e S 1000 RR. No caso de pagamento por meio do plano de financiamento da marca, o cliente fica isento do pagamento das seis primeiras prestações. Ou seja, quem comprar uma dessas motos hoje só começa a pagar em janeiro de 2021.

A entrada mínima é de 30% ou 40%, dependendo do modelo com saldo em 36 vezes. Há ainda uma parcela balão com 20% do valor da moto no 18º mês de financiamento e outra de 20% ao final do dos 36 meses. A G 310 R, modelo mais em conta da BMW (R$ 26.750), por exemplo, sai por 30% de sinal mais  36 pagamentos de R$ 521. A parcela intermediária é de R$ 5.350 e no final do plano há outra do mesmo valor.

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HARLEY-DAVIDSON

Harley-Davidson

Na Harley-Davidson, todos os modelos das linhas Sportster, Softail e Touring ano 2019 e 2020 tem condições especiais de financiamento. A taxa de juros oferecida é de 0,99% com 30% de entrada e saldo do valor em 48 vezes. Atualmente, o modelo mais em conta da Harley é a Iron 883 a R$ 39.900. No topo, está a CVO Limited, da gama Touring, a R$ 177.300.

Triumph

Na inglesa Triumph, as condições especiais são para a venda da família Tiger, com os modelos 800 e 1200. A compra pelo plano Triumph Smart oferece taxa de juros de 0,99% ao mês nos modelos e entrada de 50% com saldo em 23 vezes. A última parcela, a balão, é com 30% do valor da compra.


Dentro desse plano, a Triumph oferece ainda 90 dias para a primeira parcela. Ou seja, quem comprar agora só começa a pagar a motocicleta em setembro. Dependendo da versão escolhida há desconto de até R$ 7 mil no valor de tabela, caso da Tiger 800 XRt. Com o bônus, o modelo sai por R$ 23.945. As parcelas são de R$ 599,87. A balão é de R$ 16.592,40.

O mesmo desconto é oferecido na Tiger 1200 XCa ano e modelo 2019 e traz ainda duas revisões gratuitas inclusas. A entrada é de R$ 39.950 (50%) com parcelas de R$ 999,44 e a parcela balão de R$ 26.906. Para outras versões da Tiger 1200 com ano e modelo 2020, há valorização de até R$ 3 mil na moto usada e duas revisões grátis para a moto nova.

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12 de abr, 2024 · 2 minutos de leitura.

Os carros elétricos estão cada vez mais presentes nas ruas do Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), esse mercado emplacou, no País, mais de 49 mil unidades nos oito primeiros meses de 2023, praticamente o total registrado em 2022. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o funcionamento desses veículos. Para ajudar você nessa jornada, o Oficina Mobilidade traz algumas dicas. Confira:

1. Como carregar a bateria do carro em casa?

A recarga residencial segue as mesmas recomendações de outros equipamentos elétricos

de alta corrente, como ferro de passar roupa, secador de cabelo e ar-condicionado. Em  comum, eles possuem tomadas de pino grosso, de 20 A. Jamais utilize adaptadores de pino grosso para pino fino, a fim de conectar equipamentos de 20 A em tomadas de 10 A. Isso aumenta o risco de curto-circuito. Os proprietários de veículos elétricos devem ter em casa uma tomada de 220 V e 20 A com cabeamento compatível com a potência a ser consumida, além de sistema de aterramento e proteção.

2. O que é melhor: carga lenta ou ultrarrápida?

A diferença entre as duas operações se resume ao tempo e à necessidade do usuário. Vale lembrar que a recarga ultrarrápida não se encontra disponível em todos os modelos. Durante o desenvolvimento do veículo, a fabricante deve prever essa atividade em seu projeto da bateria e do carregador de bordo.

3. O que devo saber antes de fazer uma viagem?

Planeje a viagem para saber exatamente onde há eletropostos no meio do caminho. Se o percurso for longo, provavelmente a bateria não terá autonomia suficiente até a chegada ao destino. Existem aplicativos que indicam os locais de pontos de recarga. Assim, as paradas podem ser programadas e o passeio vai ocorrer sem a preocupação com falta de carga.

4. Como tirar melhor proveito na cidade e na estrada?

Ao contrário do carro com motor a combustão, o veículo movido a eletricidade é mais econômico na cidade, porque o costumeiro “anda e para” ajuda a recarregar a bateria e, consequentemente, a ampliar a autonomia. Para o uso urbano, se o carro tiver o “one pedal drive” – que praticamente dispensa o pedal de freio –, habilite o recurso para permitir o reaproveitamento cinético de energia. Isso, porém, exige adaptação do motorista nos primeiros quilômetros. Na estrada, se possível, deixe o ar-condicionado desligado, mantenha os pneus bem calibrados e as janelas fechadas para diminuir a resistência do ar, providências que vão poupar energia da bateria.

5. Como aproveitar o recurso de regeneração de energia da bateria?

Mantenha o recurso sempre ativado e na opção de máxima regeneração. Alguns fabricantes deixam a cargo do cliente a decisão sobre o uso e a intensidade da regeneração. Mas há modelos que ainda não oferecem tais ajustes.

6. Que cuidado devo ter com a manutenção do carro elétrico?

A manutenção é diferente da do automóvel a combustão, porque o carro elétrico tem apenas 50 partes móveis, ante 350 do convencional. De toda forma, siga sempre as orientações da fabricante que constam no manual do proprietário em relação aos prazos e ao que observar nas revisões.

7. O que é preciso mexer ou trocar nas revisões?

O carro movido a bateria dispensa itens como velas, correia, filtros de combustível e de óleo, engrenagens de câmbio e virabrequim, tornando as revisões mais simples e baratas. Como existe um trabalho de frenagem automática quando o motorista tira o pé do acelerador, o sistema de freio é bem menos exigido, evitando o desgaste das pastilhas. A revisão inclui inspeção das portas de carregamento e dos rotores e avaliação da bateria. Fechaduras, filtro de ar-condicionado, suspensão, dobradiças e trincos também são vistoriados.

8. Os pneus dos carros elétricos são diferentes?

Os pneus de veículos elétricos apresentam a mesma estrutura básica em termos de componentes (talões, camada estanque e banda de rodagem). No entanto, algumas modificações ocorrem durante o projeto, como materiais utilizados, desenho e capacidade de carga. Eles são mais resistentes e recebem reforços estruturais, uma vez que o carro elétrico, geralmente, é mais pesado por conta da instalação da bateria. Jamais coloque um pneu normal para rodar no carro elétrico, pois sofrerá desgaste prematuro devido ao peso extra. Além disso, tenha em mente que o consumo do pneu pode ser maior por causa do alto torque no caso de dar arrancadas rápidas.

9. Que fatores afetam a autonomia da bateria?

Ligar o ar-condicionado na potência máxima, fazer arrancadas em busca de desempenho superior e não aproveitar da melhor forma a regeneração impactam diretamente a autonomia da bateria.

10. Como lavar o carro elétrico?

A lavagem deve ser realizada como se fosse um carro convencional, já que as vedações seguem os padrões de estanqueidade para os componentes elétricos e eletrônicos do sistema de tração. As baterias são testadas contra inundações e, em caso de acidente, o fluxo de corrente é imediatamente desligado para não haver risco de choque elétrico aos ocupantes.

11. Como rebocar um carro elétrico/híbrido?

Para que o carro elétrico seja rebocado de forma segura, o guincho precisa ser do tipo plataforma. É importante que as rodas do veículo não encostem no chão, pois elas possuem um sistema de regeneração de energia, que ajuda no recarregamento da bateria. Também é necessário que o veículo esteja em marcha neutra.

Lembre-se de que as recomendações podem variar conforme o fabricante e o modelo do carro elétrico. Por isso, é importante consultar o manual do proprietário. Além disso, as infraestruturas de carregamento estão em constante evolução, exigindo que o motorista se atualize sobre as opções disponíveis em sua região.