Pretinha básica: Aceleramos a Triumph Bonneville T100 Black

Triumph Bonneville T100 Black apela para a ausência de cromados tem bom conjunto e sai a R$ 42.600

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BONNEVILLE T100 BLACK Crédito: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Bonneville. O termo francês, que significa “bela cidade” virou sinônimo de moto clássica da Triumph. O modelo, que surgiu nos anos 50, deu origem a uma família de motocicletas, cuja atual opção mais acessível, T100, é um convite para rodar devagar, sem preocupações.

Feita em Manaus, a T100 é oferecida no País exclusivamente na versão Black, a R$42.600. Como o nome indica, essa Triumph tem pintura preta (brilhante ou fosca) e acabamento no mesmo tom para motor, suspensão, escapamento e rodas, entre outros detalhes. Os poucos cromados estão no logo da marca nas laterais do tanque de gasolina, aletas de resfriamento do cabeçote e painel de instrumentos.

O motor de 900 cm³ é refrigerado a líquido e gera bons 55 cv e 8,1 mkgf. Na prática, oferece torque suficiente em baixas rotações e não se furta a entregar boas respostas quando exigido em uma tocada mais esportiva. Outra qualidade é a ausência de vibração.

O câmbio de cinco marchas “casou” bem com o dois-cilindros e, além de ter engates fáceis, requer poucas trocas para garantir as boas respostas do motor.

A suspensão, com 120 mm de curso, tem ajustes e pré-carga apenas na traseira. Voltado ao conforto, o conjunto lida bem com as imperfeições do piso. Por outro lado, como é muito macio, requer cuidado em condução mais esportiva, especialmente em curvas, situação na qual flutua acima do ideal.

Os sistema de freios inclui disco de 310 mm na frente e de 255 mm atrás, além de ABS. Mas é preciso pressionar muito o manete e o pedal para obter a eficiência ideal.

A ciclística é equilibrada. A T100 Black é fácil de deitar nas curvas e, com 123 kg de peso seco, responde rápido na hora de mudar de trajetória. A posição de guiar agrada. O guidom largo deixa os braços em posição confortável. As pedaleiras, levemente recuadas, garantem boa acomodação para as pernas.

O banco é inteiriço e liso. Como não há suporte, o garupa tem de se apoiar no piloto para não escorregar nas frenagens. O painel de instrumentos é completo. Velocímetro e conta-giros são analógicos e as duas pequenas telas digitais mostram informações como consumo, hodômetro parcial e total e autonomia. O marcador do nível de gasolina é digital. As peças plásticas são bem montadas e de boa qualidade. Os punhos de comando são bem posicionados e os botões, fáceis de acionar.

De série há o ABS (que não pode ser desligado), lanterna de LEDs, controle de tração e preparação para receber controlador de velocidade de cruzeiro e manoplas aquecidas.


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