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BMW X6 chega a sua terceira geração
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BMW X6 chega a sua terceira geração

Nova geração do BMW X6 adota mesma plataforma do X5 e visual agressivo, porém sofisticado

Redação

08 de jul, 2019 · 7 minutos de leitura.

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bmw x6
BMW X6 2020
Crédito:BMW/DIVULGAÇÃO

A BMW divulgou as primeiras imagens da nova geração do X6. A terceira geração do modelo lançado em 2008 surge já como linha 2020 e chega às lojas dos Estados Unidos no final do ano. No visual, o novo X6 adotou linhas que remetem aos outros irmãos da família X, como o X5 e o X7. Ele está mais moderno e agressivo, mas ao mesmo tempo mais sofisticado, pelas imagens.

Como seus “irmãos”, ele também recebeu uma nova grade, ainda maior que da geração anterior. E agora ela ainda traz um opcional de ser iluminada com o carro em movimento ou quando as portas abrem ou fecham. As rodas de liga-leve são de padrão 19 polegadas para a Europa, 20″ para os Estados Unidos e há opcionais de 21″ ou 22″.

Também como nos outros modelos da gama X, os faróis passaram por uma evolução no formato, ficando mais esguios. Os para-choques estão maiores, sendo os dianteiros com maiores entradas de ar que na geração anterior. Na traseira, as lanternas são de LEDs e o teto tem um recorte que faz um vão na parte central.

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BMW X6 ficou maior

Em termos de medida, o X6 cresceu. Ele tem 4,93 m de comprimento, 2 m de largura e 1,69 m de altura. O entre-eixos é de 2,97 m. Em comparação a geração anterior, ele ficou 26 mm mais comprido, 15 mm mais largo e 6 mm mais baixo. O entre-eixos cresceu 42 mm.

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BMW/DIVULGAÇÃO
Interior moderno

Como nos mais recentes lançamentos da marca (X7, Série 3, Série 8) o interior mostrou uma melhoria invejável no acabamento. O revestimento é de couro, mas as peças plásticas ficaram melhores que da geração anterior.


A central multimídia tem tela de 12,3 polegadas, assim como o painel de instrumentos virtual. A BMW promete praticidade com o X6 e seus 580 litros de porta-malas que podem chegar a 1.530 litros com os bancos rebatidos.

Entre os opcionais há ar-condicionado de quatro zonas, porta-copos que podem ser resfriados ou aquecidos, teto panorâmico com 15 mil pontos iluminados. Outros opcionais são o sistema de som premium Bowers & Wilkins de 20 alto-falantes, couro Merino – de alto padrão – e head-up display – que projeta as informações do painel no para-brisa.

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BMW/DIVULGAÇÃO
Pacote de segurança

Em termos de segurança, o novo BMW X6 pode contar com alerta de ponto cego, aviso de saída da faixa de rodagem, e alerta de colisão traseira. Há ainda alerta de tráfego cruzado – quando se está saindo de ré de uma vaga, sem visão clara do tráfego -, alerta de colisão dianteira com detector de pedestre e mitigação de colisão urbana.

Há um pacote opcional, Driving Assistance Professional que adiciona controle de velocidade adaptativo com Traffic Jam, Auxiliar de manutenção em faixa, proteção ativa de colisão lateral e auxílio de evasão.

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BMW/DIVULGAÇÃO
Motores a gasolina ou diesel

O novo BMW X6 estará disponível, dependendo do mercado com opções de motores a gasolina ou diesel. A transmissão é sempre a automática de oito velocidades e a tração integral com o principal eixo de tração sendo o traseiro.

As versões sDrive40i e xDrive40i virão com o seis cilindros em linha de 3 litros, a gasolina, turbo. Esse propulsor rende 340 cv e 45,5 mkgf. Quem quiser um motor a gasolina mais potente pode optar pelo X6 M50i. Ele traz um V8 4.4 biturbo que despeja 530 cv e 76,4 mkgf nas rodas.


Na Europa e outros mercados, como já foi o caso do Brasil, há a opção de motores a diesel. A versão esportiva é a X6 M50d. É um seis cilindros, 3 litros, com quatro turbos que rende 400 cv e 77,5 mkgf. A opção mais acessível a diesel é a xDrive30d. O motor é o mesmo 3.0 seis cilindros,mas com apenas um turbo, que rende 265 cv e 63,2 mkgf.

Outros opcionais são a suspensão a ar, o pacote Dynamic Handling que traz barra antirrolagem ativa, direção ativa integral e freios da divisão esportiva M. Quem desejar pode optar ainda por um pacote off-road que inclui a suspensão a ar, diferencial traseiro M Sport eletrônico e quatro modos de condução off-road para neve, areia, cascalho e rocha.

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BMW/DIVULGAÇÃO
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Jornal do Carro
Oficina Mobilidade

Testes de colisão validam a segurança de um carro; entenda como são feitos

Saiba quais são os critérios utilizados para considerar um automóvel totalmente seguro ou não

03 de mai, 2024 · 2 minutos de leitura.

Na hora de comprar um carro zero-quilômetro, muitos itens são levados em conta pelo consumidor: preço, complexidade de equipamentos, consumo, potência e conforto. Mas o ponto mais importante que deve ser considerado é a segurança. E só há uma maneira de verificar isso: os testes de colisão.

A principal organização que realiza esse tipo de avaliação com os automóveis vendidos na América Latina é a Latin NCAP, que executa batidas frontal, lateral e lateral em poste, assim como impactos traseiro e no pescoço dos ocupantes. Há também a preocupação com os pedestres e usuários vulneráveis às vias, ou seja, pedestres, motociclistas e ciclistas.

“Os testes de colisão são absolutamente relevantes, porque muitas vezes são a única forma de comprovar se o veículo tem alguma falha e se os sistemas de segurança instalados são efetivos para oferecer boa proteção”, afirma Alejandro Furas, secretário-geral da Latin NCAP.

As fabricantes também costumam fazer testes internos para homologar um carro, mas com métodos que divergem do que pensa a organização. Furas destaca as provas virtuais apresentadas por algumas marcas.

“Sabemos que as montadoras têm muita simulação digital, e isso é bom para desenvolver um carro, mas o teste de colisão não somente avalia o desenho do veículo, como também a produção. Muitas vezes o carro possui bom design e boa engenharia, mas no processo de produção ele passa por mudanças que não coincidem com o desenho original”, explica. 

Além das batidas, há os testes de dispositivos de segurança ativa: controle eletrônico de estabilidade, frenagem autônoma de emergência, limitador de velocidade, detecção de pontos cegos e assistência de faixas. 

O resultado final é avaliado pelos especialistas que realizaram os testes. A nota é dada em estrelas, que vão de zero a cinco. Recentemente, por exemplo, o Citroën C3 obteve nota zero, enquanto o Volkswagen T-Cross ficou com a classificação máxima de cinco estrelas.

O que o carro precisa ter para ser seguro?

Segundo a Latin NCAP, para receber cinco estrelas, o veículo deve ter cinto de segurança de três pontos e apoio de cabeça em todos os assentos e, no mínimo, dois airbags frontais, dois laterais ao corpo e dois laterais de cabeça e de proteção para o pedestre. 

“O carro também precisa ter controle eletrônico de estabilidade, ancoragens para cadeirinhas de crianças, limitador de velocidade, detecção de ponto cego e frenagem autônoma de emergência em todas as suas modalidades”, revela Furas.

Os testes na América Latina são feitos à custa da própria Latin NCAP. O dinheiro vem principalmente da Fundação Towards Zero Foundation, da Fundação FIA, da Global NCAP e da Filantropias Bloomberg. Segundo o secretário-geral da entidade, em algumas ocasiões as montadoras cedem o veículo para testes e se encarregam das despesas. Nesses casos, o critério utilizado é o mesmo.

“Na Europa as fabricantes cedem os carros sempre que lançam um veículo”, diz Furas. “Não existe nenhuma lei que as obrigue a isso, mas é como um compromisso, um entendimento do mercado. Gostaríamos de ter esse nível aqui na América Latina, mas infelizmente isso ainda não ocorre.”