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Chevrolet Cruze sai de linha na China

Com o fim de produção do Chevrolet Cruze no país asiático, modelo passa a ser feito somente na Argentina

chevrolet cruze
Chevrolet Cruze 2020, reestilizado, está à venda no Brasil apenas na versão Premier Crédito: Chevrolet/Divulgação

O noticiário sobre o coronavírus está dominando as atenções do mundo, mas há uma outra vítima na China. O Chevrolet Cruze saiu de linha no país asiático. Com isso, o modelo passa a ser produzido apenas na Argentina.

A causa é conhecida: o Cruze foi apenas mais uma vítima dos SUVs, uma tendência mundial, que tem abatido sedãs, hatches e peruas ao redor do planeta.

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O Cruze nasceu como um carro global. Originalmente, era um projeto da sul-coreana Daewoo, que faz parte do grupo GM. Naquele país, o modelo foi batizado como Lacetti. Além da Coreia do Sul, o Cruze chegou a ser produzido no Brasil, China, México e Estados Unidos.

A partir da segunda geração, em 2016, a Chevrolet transferiu a montagem do modelo do Brasil para a Argentina. Mais recentemente, o carro foi perdendo mercado em outras partes do mundo e saiu de linha em diversos países.

Aqui, a versão 2020 recentemente ganhou uma reestilização, mas estranhamente até agora a Chevrolet lançou apenas a versão topo de linha, Premier. As mudanças estão concentradas na dianteira, que ostenta novo para-choque com entrada de ar redesenhada. O modelo recebeu também Wi-Fi.

Mais informações estão aqui.

No Brasil, linha 2019 do Cruze convive com o modelo 2020

O modelo está disponível como sedã e hatch, batizado de Sport6. Uma das curiosidades é que o hatch custa R$ 1 mil a mais que o sedã (R$ 123.890 contra R$ 122.890 no caso do três-volumes). Normalmente, sedãs são mais caros que hatches.



Outra curiosidade é que no site da Chevrolet a linha 2019 (com frente antiga) ainda está disponível, nas versões LT, Black Bow Tie e LTZ.

O Cruze Sport6 foi o mais vendido entre os hatches médios no ano passado, mas o segmento está esvaziado. Após a saída de linha do Golf (que era produzido no Brasil) e do Focus (que vinha da Argentina), o hatch da Chevrolet reinou sozinho. Ainda assim, foram vendidas apenas 5.320 unidades ao longo do ano.

No mesmo período, o sedã teve 17.829 unidades emplacadas, o que lhe garantiu a terceira posição no segmento, acima do VW Jetta (4º, com 11.248 unidades) mas abaixo do líder Toyota Corolla (56.727 veículos vendidos) e Honda Civic (vice-líder, com 27.318 unidades).

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