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Nova Triumph Street Triple RS chega ao Brasil por R$ 54.990
Lançamentos

Nova Triumph Street Triple RS chega ao Brasil por R$ 54.990

Nova versão de topo da naked média chega às lojas por R$ 54.990 com melhorias usadas na Moto2 da MotoGP

Redação

30 de jul, 2020 · 5 minutos de leitura.

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street triple rs
STREET TRIPLE RS
Crédito:TRIUMPH

A Triumph iniciou as vendas da nova Street Triple RS. O modelo chega às lojas por R$ 54.990 renovado  e com uma série de melhorias e novidades que foram testadas antes nas motos da categoria intermediária da MotoGP, a Moto2. Desde 2019, a competição usa os mesmos motores três cilindros de 765 cm³ da Street Triple RS.

Falando no propulsor, ele recebeu uma série de aperfeiçoamentos. Com isso, o torque subiu para exatos 8 mkgf (eram 7,8 mkgf) a 9.350 rpm e a potência de 123 cv foi mantida. Porém, os "cavalinhos" agora chegam 9% mais fortes em médias rotações, apesar do bom limite de 11.750 rpm para "esgoelar" o tricilíndrico nas pistas.

Outras mudanças no conjunto foram no acelerador eletrônico, que tem uma calibragem mais fina, para respostas mais precisas. O sistema de escape tem um novo som e a caixa de câmbio foi melhorada, as duas primeiras marchas estão mais curtas. O conjunto também recebeu embreagem assistida e deslizante, isso evita que a roda traseira trave em reduções bruscas. Tal qual a Tiger 900, a naked também oferece o quickshift "up and down", que permite subir e descer marchas sem acionar o manete de embreagem.

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Visual novo

A Street Triple RS está diferente, mas não muito. Os faróis são novos, tem um novo formato, mas mantém a "classe" do estilo de faróis que foram tirados da carenagem desde a primeira geração. Eles estão mais agressivos e tem novos LEDs diurnos.

Outras mudanças no visual são o formato do tanque de combustível, que ganhou mais chanfros e o silenciador do escapamento, que recebeu até um acabamento de fibra de carbono. Há ainda novos espelhos, mesa de fixação do guidom e o quadro pintado na cor prata.


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Tecnologia

Como a Tiger 900, a Street Triple RS recebeu um novo painel de instrumentos de TFT com a funcionalidade de conectividade MyTriumph. Isso garante a possibilidade de conexão do painel com smartphone e câmeras GoPro. Assim é possível transferir a navegação GPS para a tela ou iniciar e parar funções da câmera presa à moto ou ao capacete.

Há cinco modos de condução disponíveis ao piloto. São eles: road, rain, sport, track e o rider - que é o configurável. O modo “Rider” permite ajustar a intervenção do freio ABS e desligar o controle de tração, entre outros. No caso do modo "rain", a potência é limitada a 100 cv, nos demais, muda apenas a maneira como os 123 cv são despejados na roda traseira.


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Em termos de especificação de equipamento, a Street Triple RS traz freios a discos duplos de 310 mm na dianteira e um simples atrás de 220 mm. As pinças são do tipo monobloco da grife italiana Brembo com quatro pistões e a traseira com um único pistão.

As suspensões são totalmente ajustáveis em compressão, retorno e pré-carga. A dianteira tem 115 mm de curso, enquanto a traseira, monoamortecida, tem 131 mm. Na frente, o sistema é do modelo Showa BFF, já atrás usa um Ohlins STX40 com reservatório externo. Os pneus são o Diablo Supercorsa SP3.


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Guia de boas práticas para o uso do carro elétrico

Tire suas dúvidas para dirigir com tranquilidade e segurança

12 de abr, 2024 · 2 minutos de leitura.

Os carros elétricos estão cada vez mais presentes nas ruas do Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), esse mercado emplacou, no País, mais de 49 mil unidades nos oito primeiros meses de 2023, praticamente o total registrado em 2022. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o funcionamento desses veículos. Para ajudar você nessa jornada, o Oficina Mobilidade traz algumas dicas. Confira:

1. Como carregar a bateria do carro em casa?

A recarga residencial segue as mesmas recomendações de outros equipamentos elétricos

de alta corrente, como ferro de passar roupa, secador de cabelo e ar-condicionado. Em  comum, eles possuem tomadas de pino grosso, de 20 A. Jamais utilize adaptadores de pino grosso para pino fino, a fim de conectar equipamentos de 20 A em tomadas de 10 A. Isso aumenta o risco de curto-circuito. Os proprietários de veículos elétricos devem ter em casa uma tomada de 220 V e 20 A com cabeamento compatível com a potência a ser consumida, além de sistema de aterramento e proteção.

2. O que é melhor: carga lenta ou ultrarrápida?

A diferença entre as duas operações se resume ao tempo e à necessidade do usuário. Vale lembrar que a recarga ultrarrápida não se encontra disponível em todos os modelos. Durante o desenvolvimento do veículo, a fabricante deve prever essa atividade em seu projeto da bateria e do carregador de bordo.

3. O que devo saber antes de fazer uma viagem?

Planeje a viagem para saber exatamente onde há eletropostos no meio do caminho. Se o percurso for longo, provavelmente a bateria não terá autonomia suficiente até a chegada ao destino. Existem aplicativos que indicam os locais de pontos de recarga. Assim, as paradas podem ser programadas e o passeio vai ocorrer sem a preocupação com falta de carga.

4. Como tirar melhor proveito na cidade e na estrada?

Ao contrário do carro com motor a combustão, o veículo movido a eletricidade é mais econômico na cidade, porque o costumeiro “anda e para” ajuda a recarregar a bateria e, consequentemente, a ampliar a autonomia. Para o uso urbano, se o carro tiver o “one pedal drive” – que praticamente dispensa o pedal de freio –, habilite o recurso para permitir o reaproveitamento cinético de energia. Isso, porém, exige adaptação do motorista nos primeiros quilômetros. Na estrada, se possível, deixe o ar-condicionado desligado, mantenha os pneus bem calibrados e as janelas fechadas para diminuir a resistência do ar, providências que vão poupar energia da bateria.

5. Como aproveitar o recurso de regeneração de energia da bateria?

Mantenha o recurso sempre ativado e na opção de máxima regeneração. Alguns fabricantes deixam a cargo do cliente a decisão sobre o uso e a intensidade da regeneração. Mas há modelos que ainda não oferecem tais ajustes.

6. Que cuidado devo ter com a manutenção do carro elétrico?

A manutenção é diferente da do automóvel a combustão, porque o carro elétrico tem apenas 50 partes móveis, ante 350 do convencional. De toda forma, siga sempre as orientações da fabricante que constam no manual do proprietário em relação aos prazos e ao que observar nas revisões.

7. O que é preciso mexer ou trocar nas revisões?

O carro movido a bateria dispensa itens como velas, correia, filtros de combustível e de óleo, engrenagens de câmbio e virabrequim, tornando as revisões mais simples e baratas. Como existe um trabalho de frenagem automática quando o motorista tira o pé do acelerador, o sistema de freio é bem menos exigido, evitando o desgaste das pastilhas. A revisão inclui inspeção das portas de carregamento e dos rotores e avaliação da bateria. Fechaduras, filtro de ar-condicionado, suspensão, dobradiças e trincos também são vistoriados.

8. Os pneus dos carros elétricos são diferentes?

Os pneus de veículos elétricos apresentam a mesma estrutura básica em termos de componentes (talões, camada estanque e banda de rodagem). No entanto, algumas modificações ocorrem durante o projeto, como materiais utilizados, desenho e capacidade de carga. Eles são mais resistentes e recebem reforços estruturais, uma vez que o carro elétrico, geralmente, é mais pesado por conta da instalação da bateria. Jamais coloque um pneu normal para rodar no carro elétrico, pois sofrerá desgaste prematuro devido ao peso extra. Além disso, tenha em mente que o consumo do pneu pode ser maior por causa do alto torque no caso de dar arrancadas rápidas.

9. Que fatores afetam a autonomia da bateria?

Ligar o ar-condicionado na potência máxima, fazer arrancadas em busca de desempenho superior e não aproveitar da melhor forma a regeneração impactam diretamente a autonomia da bateria.

10. Como lavar o carro elétrico?

A lavagem deve ser realizada como se fosse um carro convencional, já que as vedações seguem os padrões de estanqueidade para os componentes elétricos e eletrônicos do sistema de tração. As baterias são testadas contra inundações e, em caso de acidente, o fluxo de corrente é imediatamente desligado para não haver risco de choque elétrico aos ocupantes.

11. Como rebocar um carro elétrico/híbrido?

Para que o carro elétrico seja rebocado de forma segura, o guincho precisa ser do tipo plataforma. É importante que as rodas do veículo não encostem no chão, pois elas possuem um sistema de regeneração de energia, que ajuda no recarregamento da bateria. Também é necessário que o veículo esteja em marcha neutra.

Lembre-se de que as recomendações podem variar conforme o fabricante e o modelo do carro elétrico. Por isso, é importante consultar o manual do proprietário. Além disso, as infraestruturas de carregamento estão em constante evolução, exigindo que o motorista se atualize sobre as opções disponíveis em sua região.