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Audi Q5 mexicano será mostrado no Salão de Paris
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Audi Q5 mexicano será mostrado no Salão de Paris

Audi divulgou vídeo e teaser da segunda geração do Q5, que será produzida exclusivamente no México

20 de set, 2016 · 3 minutos de leitura.

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 Audi Q5 mexicano será mostrado no Salão de Paris
Teaser mostra a lanterna do utilitário-esportivo Q5

O Audi Q5 passará a ser um carro mexicano. A segunda geração será produzida exclusivamente na planta que a montadora está inaugurando no país – deixando claro que o foco do produto é, cada vez mais, o mercado dos Estados Unidos. A estreia mundial está confirmada: ocorrerá no Salão de Paris, que abre as portas ao público em 1º de agosto.

Para anunciar a ocasião em que o utilitário-esportivo médio será revelado, a Audi divulgou um vídeo, cujo objetivo é informar que o modelo será compatível com as tecnologias Apple Car Play e Android Auto – que promovem interação com smartphones.

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No vídeo, dá para ver parte do console central do carro e um novo botão giratório, que comandará o sistema multimídia. Além disso, mostra-se parte da alavanca do câmbio, igual à do novo Q7.

A Audi divulgou também um teaser que revela como será a lanterna do novo utilitário. O visual, aliás, deverá ficar bem semelhante à dos últimos modelos atualizados pela Audi: Q7, A4 e TT. A grade dianteira será igual.


O Q5 vai utilizar a plataforma modular MQB, do Grupo Volkswagen, já usada por diversos veículos da empresa. Entre as vantagens, essa base vai permitir redução do peso em cerca de 100 quilos.


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Carros elétricos estimulam busca por fontes de energia renovável

Energia fornecida pelo sol e pelos ventos é uma solução viável para abastecer veículos modernos

19 de mai, 2024 · 2 minutos de leitura.

eletromobilidade é uma realidade na indústria automotiva e o crescimento da frota de carros movidos a bateria traz à tona um tema importante: a necessidade de gerar energia elétrica em alta escala por meio de fontes limpas e renováveis. 

“A mobilidade elétrica é uma alternativa para melhorar a eficiência energética no transporte e para a integração com as energias renováveis”, afirma Fábio Delatore, professor de Engenharia Elétrica da Fundação Educacional Inaciana (FEI).

O Brasil é privilegiado em termos de abundância de fontes renováveis, como, por exemplo, a energia solar e a eólica. “É uma boa notícia para a transição energética, quando se trata da expansão de infraestrutura de recarga para veículos elétricos”, diz o professor. 

Impacto pequeno

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil tem condições de mudar sua matriz energética – o conjunto de fontes de energia disponíveis – até 2029. Isso reduziria a dependência de hidrelétricas e aumentaria a participação das fontes eólicas e solar.

Mesmo assim, numa projeção de que os veículos elétricos poderão representar entre 4% e 10% da frota brasileira em 2030, estudos da CPFL Energia preveem que o acréscimo no consumo de energia ficaria entre 0,6% e 1,6%. Ou seja: os impactos seriam insignificantes. Não precisaríamos de novos investimentos para atender à demanda.

Entretanto, a chegada dos veículos elétricos torna plenamente viável a sinergia com outras fontes renováveis, disponíveis em abundância no País. “As energias solar e eólica são intermitentes e geram energia de forma uniforme ao longo do dia”, diz o professor. “A eletromobilidade abre uma perspectiva interessante nessa discussão.”

Incentivo à energia eólica

Um bom exemplo vem do Texas (Estados Unidos), onde a concessionária de energia criou uma rede de estações de recarga para veículos elétricos alimentada por usinas eólicas. O consumidor paga um valor mensal de US$ 4 para ter acesso ilimitado aos 800 pontos da rede. 

Segundo Delatore, painéis fotovoltaicos podem, inclusive, ser instalados diretamente nos locais onde estão os pontos de recarga

“A eletrificação da frota brasileira deveria ser incentivada, por causa das fontes limpas e renováveis existentes no País. Cerca de 60% da eletricidade nacional vem das hidrelétricas, ao passo que, na Região Nordeste, 89% da energia tem origem eólica.”

Híbridos no contexto

Contudo, a utilização de fontes renováveis não se restringe aos carros 100% elétricos. Os modelos híbridos também se enquadram nesse cenário. 

Um estudo do periódico científico Energy for Sustainable Development fala das vantagens dos híbridos, ao afirmar que suas emissões de gases de efeito estufa são inferiores às do veículo puramente elétrico.

“Os veículos híbridos possuem baterias menores, com proporcional redução das emissões de poluentes. Essas baterias reduzem o impacto ambiental da mineração dos componentes necessários à sua fabricação. Os resultados demonstram que a associação de baterias de veículo que usam biocombustíveis tem efeito sinérgico mais positivo”, conclui o documento.