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Hennessey faz Mustang “tunado” de 717 cv
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Hennessey faz Mustang “tunado” de 717 cv

Preparadora modificou motor V8 que tem 420 cv originalmente e cupê acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 s

05 de out, 2014 · 3 minutos de leitura.

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 Hennessey faz Mustang

A preparadora norte-americana Hennessey, a mesma que faz o Venom GT, o carro mais rápido do mundo, apresentou sua proposta de modificação para o novo Ford Mustang. O trabalho é feito sobre a versão GT, com motor V8 de 5,0 litros que salta dos 420 cv originais para nada menos que 717 cv, após pesadas mudanças no motor. O torque chega a 86,9 mkgf. Com a versão, o Ford entra para o clube o seleto clube de muscle car de série com potência superior a 700 cv, que até então tinha como membro o Dodge Challenger Hellcat.

O ganho de potência vem graças à instalação de um novo compressor mecânico, escapamento de aço, injetores e bomba de combustível, além de uma central eletrônica nova. Com a preparação, o Mustang acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos. A velocidade máxima não foi divulgada. A Hennessey vai produzir apenas 500 unidades do Mustang especial, a US$ 59.500, cerca de R$ 146 mil nos Estados Unidos. A empresa ainda trabalha num projeto para melhorar a performance também da versão com motor 2,3 litros Ecoboost, de quatro cilindros e turbo.

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As mudanças não foram apenas sob o capô. O Mustang ganhou visual ainda mais agressivo, com suspensão rebaixada e para-choque dianteiro com entradas de ar maiores e um spoiler bem pronunciado. Atrás, o grande difusor de ar chama atenção, assim como as rodas de 20 polegadas.


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Jornal do Carro
Oficina Mobilidade

Carros elétricos são mais seguros do que automóveis a combustão?

Alguns recursos podem reduzir o risco de incêndio e aumentar a estabilidade

26 de abr, 2024 · 2 minutos de leitura.

Uma pergunta recorrente quando se fala em carro elétrico é se ele é mais ou menos seguro que um veículo com motor a combustão. “Os dois modelos são bastante confiáveis”, diz Fábio Delatore, professor de Engenharia Elétrica da Fundação Educacional Inaciana (FEI). 

No entanto, há um aspecto que pesa a favor do automóvel com tecnologia elétrica. Segundo relatório da National Highway Traffic Safety Administration (ou Administração Nacional de Segurança Rodoviária), dos Estados Unidos, os veículos elétricos são 11 vezes menos propensos a pegar fogo do que os carros movidos a gasolina.

Dados coletados entre 2011 e 2020 mostram que, proporcionalmente, apenas 1,2% dos incêndios atingiram veículos elétricos. Isso acontece por vários motivos. Em primeiro lugar, porque não possuem tanque de combustível. As baterias de íon de lítio têm menos risco de pegar fogo.

Centro de gravidade

Segundo Delatore, os carros elétricos recebem uma série de reforços na estrutura para garantir maior segurança. Um exemplo são os dispositivos de proteção contra sobrecarga e curto-circuito das baterias, que cortam a energia imediatamente ao detectar uma avaria.

Além disso, as baterias são instaladas em uma área isolada, com sistema de ventilação, embaixo do carro. Assim, o centro de gravidade fica mais baixo, aumentando a estabilidade e diminuindo o risco de capotamento. 

E não é só isso. “Os elétricos apresentam respostas mais rápidas em comparação aos automóveis convencionais. Isso facilita o controle em situações de emergência”, diz Delatore.

Altamente tecnológicos, os veículos movidos a bateria também possuem uma série de itens de segurança presentes nos de motor a combustão. Veja os principais:

– Frenagem automática de emergência: recurso que detecta objetos na frente do carro e aplica os freios automaticamente para evitar colisão.

– Aviso de saída de faixa: detecta quando o carro está saindo da faixa involuntariamente e emite um alerta para o motorista.

– Controle de cruzeiro adaptativo: mantém o automóvel a uma distância segura do carro à frente e ajusta automaticamente a velocidade para evitar batidas.

– Monitoramento de ponto cego: pode detectar objetos nos pontos cegos do carro e emitir uma advertência para o condutor tomar cuidado.

– Visão noturna: melhora a visibilidade do motorista em condições de pouca iluminação nas vias.