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Nova Ford Ranger aumenta contratos de assinatura mensal; veja os planos
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Nova Ford Ranger aumenta contratos de assinatura mensal; veja os planos

Lançamento da terceira geração da picape não só impulsionou as vendas da Ford, mas também dobrou número de contratos de aluguel mensal

Thais Villaça, Especial para o Jornal do Carro

10 de fev, 2024 · 4 minutos de leitura.

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Ford Ranger 2024
Ford Ranger pode ser alugada com mensalidades a partir de R$ 5.461
Crédito:Daniel Teixeira/Estadão

A nova geração da Ford Ranger entrou para o programa de aluguel mensal de carros da marca, o Ford Go. Lançada em junho do ano passado, a picape renovada tem rendido bons frutos para a montadora. 

O modelo conquistou a sexta posição no ranking de emplacamentos da categoria em janeiro e tem alcançado números promissores, com aumento de 42,2% nas vendas em 2023. Desse modo, a participação da nova Ranger no programa de assinaturas da Ford também cresceu consideravelmente, dobrando o número de contratos no período.



 “Tradicionalmente, os clientes da Ranger são do agronegócio. Mas no Ford Go mais de 70% dos seus assinantes são das capitais. São administradores de empresa, executivos, clientes na faixa de 30 a 50 anos que moram na cidade ou na praia e escolheram a Ranger como veículo pessoal, usando as vantagens da assinatura”, afirma Victor Coelho, supervisor de Mobilidade e Novos Negócios da Ford. 

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Ford Ranger 2024
Daniel Teixeira/Estadão

Quanto custa a assinatura da nova Ford Ranger

Das sete versões da Ranger hoje no mercado (sem contar a esportiva Raptor), cinco estão disponíveis no programa de assinaturas. Apenas as configurações de entrada com motorização 2.0 de 170 cv não fazem parte do catálogo, a XL 4x4 MT e a XLS 4x2 AT. Já a XLS 2.0 diesel 4x4 AT, que custa R$ 259.990, tem aluguel mensal a partir de R$ 5.461.

As demais são sempre equipadas com motor 3.0 V6 de 250 cv, câmbio automático e sistema de tração integral. A XLS, tabelada a R$ 279.990, tem mensalidade de R$ 5.732, enquanto a XLT, de R$ 289.990, sai por R$ 5.846 ao mês. Por fim, as opções de topo Limited (R$ 319.990) e Limited + (R$ 349.990, que traz um kit adicional com rodas aro 20, pacote de assistentes semiautônomos, câmeras 360 graus, entre outros) podem ser alugadas por R$ 6.341 e R$ 7.026, respectivamente.


Ford Ranger 2024
Daniel Teixeira/Estadão

Todos os planos citados têm duração de 36 meses e franquia para rodar até 1.000 km por mês. Há ainda outros planos de 12, 18, 24 ou 30 meses, com rodagem de até 3.000 km - mas dessa forma, o preço também aumenta.

De acordo com a montadora, a principal vantagem da assinatura é estar sempre de carro novo pagando uma mensalidade fixa, sem ter de se preocupar com IPVA, custo de manutenção, seguro, documentação ou negociação do usado. Além da Ranger, Territory, Maverick FX4 e Hybrid, Bronco Sport e Transit também participam do programa. Há 200 contratos em vigor atualmente, e a picape média corresponde a um terço deles.


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Oficina Mobilidade

Guia de boas práticas para o uso do carro elétrico

Tire suas dúvidas para dirigir com tranquilidade e segurança

12 de abr, 2024 · 2 minutos de leitura.

Os carros elétricos estão cada vez mais presentes nas ruas do Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), esse mercado emplacou, no País, mais de 49 mil unidades nos oito primeiros meses de 2023, praticamente o total registrado em 2022. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o funcionamento desses veículos. Para ajudar você nessa jornada, o Oficina Mobilidade traz algumas dicas. Confira:

1. Como carregar a bateria do carro em casa?

A recarga residencial segue as mesmas recomendações de outros equipamentos elétricos

de alta corrente, como ferro de passar roupa, secador de cabelo e ar-condicionado. Em  comum, eles possuem tomadas de pino grosso, de 20 A. Jamais utilize adaptadores de pino grosso para pino fino, a fim de conectar equipamentos de 20 A em tomadas de 10 A. Isso aumenta o risco de curto-circuito. Os proprietários de veículos elétricos devem ter em casa uma tomada de 220 V e 20 A com cabeamento compatível com a potência a ser consumida, além de sistema de aterramento e proteção.

2. O que é melhor: carga lenta ou ultrarrápida?

A diferença entre as duas operações se resume ao tempo e à necessidade do usuário. Vale lembrar que a recarga ultrarrápida não se encontra disponível em todos os modelos. Durante o desenvolvimento do veículo, a fabricante deve prever essa atividade em seu projeto da bateria e do carregador de bordo.

3. O que devo saber antes de fazer uma viagem?

Planeje a viagem para saber exatamente onde há eletropostos no meio do caminho. Se o percurso for longo, provavelmente a bateria não terá autonomia suficiente até a chegada ao destino. Existem aplicativos que indicam os locais de pontos de recarga. Assim, as paradas podem ser programadas e o passeio vai ocorrer sem a preocupação com falta de carga.

4. Como tirar melhor proveito na cidade e na estrada?

Ao contrário do carro com motor a combustão, o veículo movido a eletricidade é mais econômico na cidade, porque o costumeiro “anda e para” ajuda a recarregar a bateria e, consequentemente, a ampliar a autonomia. Para o uso urbano, se o carro tiver o “one pedal drive” – que praticamente dispensa o pedal de freio –, habilite o recurso para permitir o reaproveitamento cinético de energia. Isso, porém, exige adaptação do motorista nos primeiros quilômetros. Na estrada, se possível, deixe o ar-condicionado desligado, mantenha os pneus bem calibrados e as janelas fechadas para diminuir a resistência do ar, providências que vão poupar energia da bateria.

5. Como aproveitar o recurso de regeneração de energia da bateria?

Mantenha o recurso sempre ativado e na opção de máxima regeneração. Alguns fabricantes deixam a cargo do cliente a decisão sobre o uso e a intensidade da regeneração. Mas há modelos que ainda não oferecem tais ajustes.

6. Que cuidado devo ter com a manutenção do carro elétrico?

A manutenção é diferente da do automóvel a combustão, porque o carro elétrico tem apenas 50 partes móveis, ante 350 do convencional. De toda forma, siga sempre as orientações da fabricante que constam no manual do proprietário em relação aos prazos e ao que observar nas revisões.

7. O que é preciso mexer ou trocar nas revisões?

O carro movido a bateria dispensa itens como velas, correia, filtros de combustível e de óleo, engrenagens de câmbio e virabrequim, tornando as revisões mais simples e baratas. Como existe um trabalho de frenagem automática quando o motorista tira o pé do acelerador, o sistema de freio é bem menos exigido, evitando o desgaste das pastilhas. A revisão inclui inspeção das portas de carregamento e dos rotores e avaliação da bateria. Fechaduras, filtro de ar-condicionado, suspensão, dobradiças e trincos também são vistoriados.

8. Os pneus dos carros elétricos são diferentes?

Os pneus de veículos elétricos apresentam a mesma estrutura básica em termos de componentes (talões, camada estanque e banda de rodagem). No entanto, algumas modificações ocorrem durante o projeto, como materiais utilizados, desenho e capacidade de carga. Eles são mais resistentes e recebem reforços estruturais, uma vez que o carro elétrico, geralmente, é mais pesado por conta da instalação da bateria. Jamais coloque um pneu normal para rodar no carro elétrico, pois sofrerá desgaste prematuro devido ao peso extra. Além disso, tenha em mente que o consumo do pneu pode ser maior por causa do alto torque no caso de dar arrancadas rápidas.

9. Que fatores afetam a autonomia da bateria?

Ligar o ar-condicionado na potência máxima, fazer arrancadas em busca de desempenho superior e não aproveitar da melhor forma a regeneração impactam diretamente a autonomia da bateria.

10. Como lavar o carro elétrico?

A lavagem deve ser realizada como se fosse um carro convencional, já que as vedações seguem os padrões de estanqueidade para os componentes elétricos e eletrônicos do sistema de tração. As baterias são testadas contra inundações e, em caso de acidente, o fluxo de corrente é imediatamente desligado para não haver risco de choque elétrico aos ocupantes.

11. Como rebocar um carro elétrico/híbrido?

Para que o carro elétrico seja rebocado de forma segura, o guincho precisa ser do tipo plataforma. É importante que as rodas do veículo não encostem no chão, pois elas possuem um sistema de regeneração de energia, que ajuda no recarregamento da bateria. Também é necessário que o veículo esteja em marcha neutra.

Lembre-se de que as recomendações podem variar conforme o fabricante e o modelo do carro elétrico. Por isso, é importante consultar o manual do proprietário. Além disso, as infraestruturas de carregamento estão em constante evolução, exigindo que o motorista se atualize sobre as opções disponíveis em sua região.