Honda Gold Wing ‘Bagger’ é para viajar com estilo

Por R$ 139.281, estradeira Honda Gold Wing Bagger esbanja estilo com visual moderno e mais jovial com apenas duas malas laterais

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Crédito: HELVIO ROMERO/ESTADÃO

Viajar com estilo não é para todos, mas certamente é para quem está em uma Honda Gold Wing Bagger. Apelido da versão da touring com duas malas laterais. Importado do Japão exclusivamente na cor cinza fosco, o modelo tem tabela de R$ 139.281.

Mesmo com esse preço, esta não é a moto de topo da Honda no Brasil. Acima dela há a Gold Wing Tour, com mala superior, encosto do garupa e preço de R$ 159.681. O visual da “Bagger” agrada. Nessa nova geração, o modelo tem linhas modernas, com destaque para os vincos.

De série há itens como chave presencial, luzes de LEDs, acionamento elétrico do para-brisa, central multimídia com navegador GPS e integração a smartphones via Apple CarPlay, monitoramento de pressão dos pneus e travamento elétrico das malas, cuja capacidade é de 60 litros (30 l em cada).

Há ainda manoplas aquecidas, marcha a ré elétrica, acionada por um botão no punho esquerdo, controle de velocidade de cruzeiro e quatro modos de condução: normal (tour), chuva (rain), eco e sport. Conforme a opção, a entrega de potência pode ser feita de maneira suave ou esportiva.

O novo motor é menor que o anterior, mas tem quase a mesma capacidade volumétrica. O seis-cilindros de 1.833 cm³ (eram 1.832 cm³) gera 126 cv de potência e 17,4 mkgf de torque. Seu funcionamento é suave e bastante linear.

Com foco no conforto e ideal para longas viagens, a Gold Wing “Bagger” oferece acelerações progressivas, inclusive com o modo sport acionado. No rain, para uso em pista molhada, a entrega de força à roda traseira é feita de maneira ainda mais suave.

Confira mais imagens da Gold Wing “Bagger”:

A posição de guiar é puro conforto. Os braços e as pernas ficam flexionados de modo a permitir que o piloto guie por longos períodos sem se cansar. O para-brisa mais curto que o da versão de topo dá um aspecto mais esportivo à “Bagger”, mas ainda assim cumpre bem sua função.

Há bastante conforto também para o garupa, que conta com alças grandes para se segurar, mas falta apoio para a lombar de série – o item será vendido como acessório nas concessionárias.

O senão é a central multimídia. A tela de 7 polegadas, posicionada no centro do painel, não é sensível ao toque e não traz dados de velocidade nem do computador de bordo. Há apenas informações do sistema de som e do navegador GPS. Velocímetro e conta-giros (analógicos) ficam nas laterais.

A dirigibilidade é exemplar. Mesmo tendo 2,47 metros de comprimento e 348 kg de peso, a Bagger se move com desenvoltura e é muito boa de curva.

A suspensão dianteira, com braços oscilantes, filtra os impactos com pisos ruins de forma eficiente. O sistema traseiro monoamortecido tem ajuste de pré-carga e contribui para o bom nível de conforto.

FICHA TÉCNICA

Preço sugerido: R$ 139.281
Motor: 1.833 cm³, 6 cil., 24V, gasolina
Potência (cv): 126 a 5.500 rpm
Torque (mkgf): 17,3 a 4.500 rpm
Câmbio: 6 marchas
Peso: 348 kg

PRÓS E CONTRAS

DIRIGIBILIDADE
Apesar dos 348 kg, moto vai bem em qualquer situação, inclusive em curvas.

CENTRAL MULTIMÍDIA
Tela não é sensível ao toque nem traz dados de velocidade e do computador de bordo


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