Veja como anda o novo Volvo XC40

SUV de entrada da Volvo chega ao Brasil entre março e abril com motores 2.0 turbo e câmbio automático

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Volvo XC40 Foto: Volvo

A Volvo vai começar a vender no Brasil entre março e abril o XC40. O modelo é o SUV de entrada da montadora, e chegará para brigar, dependendo da versão, com GLA, X1, Q3 e E-Pace. As pré-vendas começam em janeiro.

O preço inicial é de R$ 169.950 para a versão T4, com motor 2.0 turbo de 190 cv. O sistema de tração é apenas na dianteira.

A T5 usa o mesmo propulsor de 2 litros, mas com compressor que eleva a potência a 252 cv. A tabela é de R$ 189.950 para a configuração Momentum e de R$ 209.950 para a R-Design.

A tração é 4×4 e pode distribuir a força entre os eixos em até 50/50. Em condições normais, 90% do torque fica nas rodas dianteiras. Para todas as versões, o câmbio é automático de oito marchas.

Todas as versões vêm com seis air bags, banco do motorista com ajustes elétricos, faróis do tipo full-LEDs, frenagem de emergência e painel virtual configurável, com tela de 12,3″. A central multimídia  (leia mais abaixo) também é de fábrica.

A T5 Momentum acrescenta abertura das portas sem uso de chave, ar-condicionado de duas zonas e câmera de ré.

Na R-Design, há áudio Harman Kardon, sistema semiautônomo de condução, porta-malas com abertura elétrica, carregador de telefone celular por indução e teto solar, entre outros itens.

A expectativa da montadora é vender cerca de 300 exemplares por mês no Brasil. O carro é feito na Bélgica.

Detalhes. Com 4,42 metros de comprimento, o modelo é o primeiro produto da plataforma modular CMA. A base de modelos compactos foi desenvolvida pela Volvo e também será usada em carros da Geely, marca chinesa que é proprietária da sueca.

O modelo tem ótimo espaço interno graças aos 2,7 metros de entre-eixos, mas o túnel central alto atrapalha a acomodação das pernas do terceiro passageiro do banco de trás.

Na ausência dele, há um console retrátil, com porta-copos. Os ocupantes dessa parte do carro também têm duas exclusivas saídas de ar. O porta-malas tem 460 litros.

O interior é repleto de porta-objetos. A Volvo retirou os alto-falantes do painel das portas, a fim liberar espaço para guardar objetos na seção de baixo do componente – como notebooks e tablets, por exemplo.

O acabamento interno é um dos pontos fracos do carro. O revestimento mescla couro, detalhes de alumínio trabalhado e amplo uso de material acarpetado. Porém, há amplo uso de plástico duro nos painéis.

A central multimídia tem tela central de 9″, como as dos SUVs maiores. Há integração com smartphones por meio das tecnologias Apple CarPlay e Android Auto.

O monitor é sensível ao toque e tem uso bastante intuitivo. Além de recursos de entretenimento, tem comando para todas as outras configurações do carro.

O mapa do navegador GPS tem visualização em 3D. Durante a avaliação, porém, o sistema se mostrou confuso em diversas situações, “mudando de ideia” quando o motorista estava próximo a fazer uma conversão, por exemplo.

Rodando. Se dirigibilidade não é o forte dos Volvo, em comparação aos concorrentes alemães, o utilitário chega para quebrar esse paradigma. No modo de condução normal, a direção até apresenta certa folga.

No Dynamic, porém, as respostas são bem próximas às de um sedã esportivo. As respostas da direção são muito rápidas e diretas e a carroceria rola pouco em curvas.

O carro, com suspensão independente nas quatro rodas, fica totalmente à mão do motorista. A versão avaliada foi a T5, com tração 4×4.


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