Aceleramos o Mercedes-AMG GT C, conversível com motor V8 de 557 cv

Mercedes-AMG GT C é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e no Brasil custa R$ 1.096.900

Mercedes-AMG GT C Roadster
Capota do Mercedes-Benz AMG GT-C Roadster pode ser aberta ou fechada em 11 segundos, de acordo com a empresa. Foto: Mercedes-Benz

Como parte da celebração de seus 50 anos, a AMG, divisão de carros de alto desempenho da Mercedes-Benz, organizou um evento na Alemanha com toda a linha AMG-GT. Guiamos o GT C Roadster, que já está à venda no Brasil por R$ 1.096.900.

Assim como seus “irmãos” cupês, o GT C tem motor 4.0 V8 biturbo – nesse caso, de 557 cv de potência – e câmbio automatizado de sete marchas.

Embora seja repleto de referências às pistas, o roadster oferece suavidade para ser usado no dia a dia. Os bancos são do tipo concha e colados ao assoalho, mas trazem ajustes elétricos inclusive da altura do assento e do encosto de cabeça.

No acabamento, a Alcantara predomina nos revestimentos dos painéis, bancos e volante. Há também fibra de carbono em várias partes do carro, como no painel de instrumentos.

O quadro de instrumentos é analógico, com uma pequena tela digital configurável no centro (similar à dos demais carros da marca). É bem fácil de ler os dados e configurar o sistema – por meio de comandos no volante.

A tela da central multimídia fica sobre o painel e dá a impressão de ser um tablet mal adaptado. O sistema pode ser comandado por botão giratório ou por uma espécie de joystick com superfície sensível ao toque.

Há vários botões para acionar dispositivos como os controles eletrônicos de estabilidade e tração – que podem ser desligados. No caso dos modos de condução, é possível alterar as respostas de motor, câmbio e suspensão, por exemplo. As opções são confortável, esportiva, Sport+ (superesportiva) e “Race” (corrida), ideal para pistas.

Os três primeiros mantêm os sistemas eletrônicos de segurança ativados. A ressalva é que nas opções esportivas a suspensão fica bem dura, o que não chegou a ser problema durante a avaliação feita nas bem conservadas estradas alemãs.

Impressiona a estabilidade do AMG GT C. Arisco nas respostas do acelerador, o conversível parece capaz de fazer as curvas sozinho. A direção é rápida e milimetricamente precisa. O motor em posição central dianteira garante perfeita divisão de peso entre os eixos e forma excelente conjunto com o sistema de tração na traseira.

É bem difícil fazer o carro derrapar ou perder aderência. Se isso acontecer, os sistemas eletrônicos fazem as correções em uma fração de segundo.

Em qualquer modo de condução as acelerações são vigorosas – bastam 3,7 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h. No modo Race, que poderia ser chamado de “insano”, as respostas do AMG GT C são viscerais.

As trocas de marcha são acompanhadas de estampidos “secos” e o motor urra forte. Isso instiga os sentidos e aumenta o nível de adrenalina – é barulho de carro de corrida.

Nesse modo a suspensão fica dura a ponto de ser desconfortável. Além disso, a assistência eletrônica é drasticamente reduzida, o que torna a condução mais divertida (e perigosa).

Para abrir ou fechar o teto – a até 50 km/h – bastam 11 segundos. A lona foi escolhida por privilegiar o peso e dar ar retrô ao agressivo visual desse AMG.

VIAGEM FEITA A CONVITE DA MERCEDES-BENZ

Bônus: confira a galeria do comparativo feito no Brasil entre o AMG GT e o Audi R8:


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