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Novo Astra hatch tem base de Peugeot 308 e é recarregável em tomadas

Sexta geração do Opel Astra estreia mecânica híbrida plug-in e tem visual quadradão; base do Peugeot 308 é fruto do grupo Stellantis

Vagner Aquino, Especial para o Jornal do Carro

14 de jul, 2021 · 5 minutos de leitura.

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Opel Astra tem direção semiautônoma, boa lista de série e opções de motor a diesel e a gasolina
Crédito: Opel/Divulgação

Parte do grupo Stellantis (que também comanda Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën), a Opel já comunicou que vai trilhar o caminho da sustentabilidade e vender só carros elétricos a partir de 2028. Nesse sentido, aposta na configuração híbrida plug-in para o novo Astra. A linha 2022 do hatch médio teve suas primeiras imagens reveladas. A mudança foi completa, com estética inédita e plataforma da PSA. Na Europa, o novato chega no começo do ano que vem.

Construído sobre a plataforma modular EMP2, a sexta geração do Opel Astra, agora um “trintão”, tem a mesma base do novo Peugeot 308. Mas o visual segue o estilo do novo Mokka. As linhas, contudo, são inspiradas no conceito GT X Experimental (2018). Na frente, se destaca a iluminação adaptativa Intelli-Lux LED Pixel, com 168 elementos de LEDs.

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Opel/Divulgação

Ao contrário dos modelos anteriores, o novo Opel Astra tem visual mais quadradão. Tem, todavia, vincos marcantes no capô e na base das portas. As lanternas invadem a tampa do porta-malas (de 422 litros, ou seja, 52 l extras). Na extremidade superior, um grande aerofólio fica responsável por melhoria aerodinâmica e, não menos importante, realça a estética.

Em medidas, o hatch de quatro portas (não há configuração duas portas) cresceu 4 milímetros no comprimento (4,37 metros) e 13 mm no entre-eixos (2,68 m). A largura de 1,86 m foi elevada em 51 mm. O resultado, de acordo com a Opel, rende espaço extra aos ocupantes.



Opções de motorização

Já com 30 anos de idade e em sua sexta geração, o Opel Astra, a princípio, tem oferta de motores a gasolina e diesel. As potências, nesse sentido, variam de 110 cv a 225 cv. O câmbio, no entanto, pode ser manual de seis marchas ou automático de oito relações.

Produzido em Rüsselsheim, na Alemanha, o modelo – que terá a configuração station wagon nos próximos meses – é, por fim, a última geração do Astra oferecida com motores a combustão.

Opel
Opel/Divulgação

Mimos

O painel de instrumentos oferece o conceito Pure Panel. Trata-se, dessa forma, de uma solução 100% digital e com duas telas de 10 polegadas (painel de instrumentos e central multimídia) capaz de dispensar grande parte dos botões físicos. Tem emparelhamento sem fio para smartphones por meio das tecnologias Apple CarPlay e Android Auto.

Na prática, a adoção das suspensões tipo McPherson na frente e barra de torção atrás visa aumento de 14% na rigidez torcional. Para auxílio à condução, tem câmera multifunções colocada no para-brisas (e mais quatro, uma em cada lado do veículo), bem como radares por todos os cantos, que permitem ao sistema adaptar a velocidade do carro em curvas, fazer recomendações de aceleração e efetuar mudanças semiautomáticas de faixa. A tecnologia chama-se Intelli-Drive 2.0.

Controle de velocidade adaptativo, head-up display (projeta informações do quadro de instrumentos no para-brisa) e Intelli-Vision – facilita o estacionamento – estão no pacote das versões topo de linha. Preços ainda não foram divulgados. Para o Brasil, sequer previsão de chegada. Mas, como a Opel agora pertence à Stellantis, líder no Brasil, quem sabe um dia.

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